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Convidado pelo AELO ON, o engenheiro Ciro Pereira Scopel escreveu este artigo para relembrar os passos da nossa entidade nas décadas de 1980 e 1990. Atualmente na presidência do Conselho Consultivo da AELO, Ciro entrou nesse conselho em 1993, na chapa em que estavam, entre outros, Caio Portugal e Flavio Amary. Desde aquela época, ele participa das chapas eleitas a cada dois anos. Sua experiência tem contribuído para a evolução da AELO, num trabalho em equipe.
Faltando quatro semanas para o 45.º aniversário da AELO, este texto de Ciro Scopel inicia uma série de artigos sobre a história da entidade, escritos por gente que faz essa história. A cada semana, por meio de outros autores, serão mostrados fatos que marcaram a trajetória da hoje entidade de âmbito nacional.
O AELO ON agradece ao engenheiro Ciro, que se dispôs a valorizar a estreia da série.
Aqui está o texto de Ciro Scopel.
A fundação da AELO, em 24 de fevereiro de 1981, coincide com a edição da Resolução SNM 036/81, dois anos após a publicação da Lei Federal 6.766/79. Essa resolução estabelecia as exigências específicas para a anuência prévia em parcelamentos urbanos na Região Metropolitana de São Paulo (RMGSP) em atendimento ao inciso III, parágrafo único, artigo 3º da 6.766.
Somente por volta de 1983 é que a Secretaria dos Negócios Metropolitanos do Estado de São Paulo passou a exigir projetos de terraplenagem e drenagem para ocupação de terrenos com declividade igual ou superior a 30%. No entanto, essa secretaria não possuía corpo técnico para analisar tais projetos.
A jovem AELO, então, destacou alguns membros de seu quadro, dentre eles os engenheiros Cláudio Bernardes, Lair Krähenbühl e Ciro Scopel, para acompanhar e discutir com técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) a preparação de um manual de elaboração e apresentação desses projetos.
Naquela época, a AELO era pequena. Sua sede era itinerante: funcionava nos escritórios dos presidentes em exercício, e contava com apenas uma funcionária, a secretária Conceição Cavalcanti, mas era reforçada pelo trabalho de empresários pioneiros. Aqueles empresários dedicavam parte de seu tempo para aprimorar o ambiente da atividade de parcelamento do solo.
Convém relembrar que, então, o licenciamento de projetos no Estado de São Paulo era um verdadeiro caos: as Secretarias não se falavam, não havia prazo para análise e, quando tinha alguma alteração em uma delas, voltava-se tudo para trás. Foi então que, em 1991, na gestão do meu irmão Maurício Pereira Scopel na presidência da AELO, o Governo do Estado de São Paulo oficializou a criação do Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais (Graprohab). O grupo abrigava a Secretaria dos Negócios Metropolitanos, a Secretaria do Meio Ambiente, a Emplasa, a Secretaria da Saúde, a Eletropaulo (energia elétrica) e a Sabesp (saneamento básico).
Por decreto, o governador Luiz Antônio Fleury Filho estabeleceu que deveria haver prazos definidos por todos os entes estaduais para emissão de um comunique-se ou aprovação dos projetos.
A força de trabalho, liderança e carisma de Mauricio não tinha limites. Nessa equipe, foi também importante a atuação do saudoso professor Vicente C. Amadei (1932-2020)
Os esforços da AELO foram somados aos do Secovi-SP, reunidos no CT6, que possuía também empresários ligados ao setor. E foi aberto o caminho para que as duas entidades, somadas às do SindusCon-SP, viessem a criar o Comitê de Desenvolvimento Urbano (CDU).
Dali para frente, as conquistas da AELO no aperfeiçoamento, produção e reforma de legislações foram inúmeras.
Em 1993, Mauricio sofreu grave acidente de automóvel e permaneceu em coma até 2016, ano em que veio a falecer.
A foto que ilustra esta nota do AELO ON mostra participantes de um dos Encontros dos Loteadores do Estado de São Paulo. Ciro Scopel aparece no lado direito. O texto será usado também no livro dos 45 anos da AELO.
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