Custos de urbanização em alta e lote menor pressionam o setor, que ganha avanços regulatórios em saneamento, licenciamento e financiamento de infraestrutura
O presidente da AELO e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, Caio Portugal, conduziu o principal bloco da reunião da vice-presidência do Interior do Secovi-SP, realizada em 7 de outubro com os diretores das regionais. Com base na pesquisa de mercado de loteamentos feita em conjunto por Secovi-SP e AELO desde 2016, ele mostrou que o tamanho médio do lote residencial caiu de mais de 260 m² para menos de 220 m² e caminha para cerca de 200 m². No mesmo período, o preço médio subiu de R$ 508 para R$ 621 por m², alta de cerca de 20% que apenas acompanhou a inflação, sem ganho real.
Os custos, por outro lado, dispararam desde antes da pandemia. O metro cúbico do concreto usinado passou de cerca de R$ 250 para R$ 580, e a tonelada do asfalto CBUQ, de R$ 2.600 para R$ 6.000. Com isso, a urbanização passou de 20% a 25% para 35% a 40% do custo total do empreendimento. Outra dificuldade é a concorrência: a parcela de um lote econômico, de R$ 1.000 a R$ 1.100, fica próxima à de uma casa pronta da Faixa 2 do Minha Casa, Minha Vida. Para Caio, o lote econômico precisará incorporar a unidade construída para sobreviver. A diretora regional de São José dos Campos, Ângela Paiva, observou que os custos de infraestrutura sobem sem financiamento específico.
A reunião também destacou avanços regulatórios. O Conselho Curador do FGTS aprovou, pelo Pró-Saneamento, o financiamento de infraestrutura não incidente para loteadores, ainda sem regulamentação. Pela nova regra do saneamento, a concessionária deve oferecer pontos de conexão em todo o município; se não oferecer, o loteador pode fazer a ligação e ser ressarcido. Na Cetesb, o estoque de termos de compromisso de recuperação ambiental caiu de quase 14 mil para cerca de 1.300, e empreendimentos com menos de 1 milhão de m² passaram a seguir direto para o Graprohab.
Na pauta legislativa, a alteração da Lei 4.591 com o novo artigo 68-A passou a permitir a incorporação imobiliária em lotes urbanizados, com ou sem estruturas compartilhadas e sem exigência de convenção de condomínio. O diretor de Relações Institucionais do Secovi-SP, Pedro Krähenbühl, informou que a agenda do Congresso está travada pelo momento político e que a PEC do fim da escala 6x1 segue em tramitação no Senado.
Leia a matéria completa: https://secovi.com.br/secovi-sp-reune-diretores-das-regionais-do-interior-e-debate-mercado-de-loteamentos-e-pauta-legislativa/

Juros menores e crédito acessível são condição para transformar a demanda por moradia em compra, sobretudo entre os mais jovens
A 9ª edição do Incorpora ABRAINC, realizada em 7 de outubro no Teatro B32, em São Paulo, reuniu cerca de 700 participantes. Na abertura, o presidente da ABRAINC, Luiz França, afirmou que cada ponto percentual a menos nos juros do financiamento habitacional pode levar a casa própria a 1,3 milhão de famílias. Ele defendeu a preservação do FGTS, a isenção das LCIs, a criação de um fundo perene abastecido pelo Fundo Social e uma agenda nacional de habitação. O governador Tarcísio de Freitas criticou o uso do FGTS para resolver o endividamento de curto prazo, e o prefeito Ricardo Nunes defendeu que a política habitacional caminhe junto com educação, saúde e mobilidade.
Em entrevista conduzida por William Waack, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou a reforma tributária como um ganho de produtividade e anunciou uma nova frente de financiamento, articulada com o Banco Central. Segundo ele, FGTS, Fundo Social e Orçamento Geral da União serão necessários para sustentar o crédito. No painel sobre funding, a Caixa informou ter recursos garantidos para o financiamento habitacional até 2029. Já o auditor-fiscal Fernando Mombelli, da Receita Federal, disse que o órgão recebeu cerca de 4 mil sugestões na regulamentação da reforma.
Pesquisa da Brain apresentada no evento mostra que cerca de 14 milhões de brasileiros vivem sozinhos, número que dobrou em dez anos. Na Geração Z, 90% pensam em trocar de imóvel, mas apenas 3% dos que têm menos de 28 anos conseguem dar R$ 100 mil de entrada, contra 40% entre os que passaram dos 60. Para o CEO da Brain, Fábio Tadeu Araújo, será preciso projetar moradias para indivíduos, e não apenas para famílias.
O evento também tratou da burocracia, que custa ao setor cerca de R$ 5 bilhões por ano, segundo estimativa apresentada no painel. O Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR) projetou para 2027 protocolo eletrônico integrado e uso de inteligência artificial na análise de títulos, com prazo de registro de um a dois dias. No debate sobre industrialização, a padronização dos códigos de obras foi apontada como caminho para ganhar escala e reduzir custos.
Leia a matéria completa: https://www.abrainc.org.br/noticias/incorpora-abrainc-2026-reune-700-participantes-para-debater-credito-imobiliario-reforma-tributaria-e-mudancas-no-perfil-do-comprador

Principal seminário de comunidades planejadas e loteamentos do país acontece de 28 a 30 de outubro, em Balneário Camboriú
O COMPLAN, principal seminário sobre comunidades planejadas, loteamentos e desenvolvimento urbano do Brasil, acontece no Expocentro Balneário Camboriú (SC). O seminário ocorre nos dias 28 e 29 de outubro, e o dia 30 é reservado a atividades extras. Promovido pela ADIT Brasil, que completa 20 anos, o encontro reúne os principais desenvolvedores urbanos do país para discutir o futuro das cidades, novos modelos de negócio e práticas alinhadas ao novo urbanismo, com foco na evolução dos projetos horizontais.
O evento é voltado a loteadores, incorporadores, construtores, master developers, arquitetos, comercializadoras, consultorias, fundos de investimento, investidores, escritórios jurídicos, instituições financeiras e imobiliárias. Além do seminário, a programação inclui a COMPLAN Party, em 28 de outubro, e dois workshops em 30 de outubro: um sobre estratégia financeira e comercial para projetos horizontais e outro sobre o papel da marca no mercado imobiliário.
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Dados da Abecip mostram valorização real de cerca de 10% em 12 meses, mas a fuga da poupança e a queda do crédito com recursos livres preocupam
O IGMI-R, índice da Abecip que mede os preços de imóveis residenciais em dez capitais, subiu 0,87% em agosto, acima dos 0,61% de julho, segundo levantamento divulgado pelo SindusCon-SP. Em 12 meses, a alta é de 14,73%, o que equivale a um ganho real de cerca de 10% descontada a inflação (IPCA de 4,22%). O índice também supera o custo da construção (INCC-M de 6,56%). Em São Paulo, os preços subiram 0,81% no mês e 12,54% em 12 meses, e Recife lidera a valorização, com 25,81%.
O crédito também segue forte. Os financiamentos com recursos da poupança (SBPE) somaram R$ 16,97 bilhões em agosto, terceiro melhor resultado para o mês em 25 anos e alta de 46,6% sobre agosto de 2025. No acumulado do ano, foram R$ 132,5 bilhões e 384,6 mil imóveis financiados, altas de 37,5% e 35,9%, respectivamente.
Já os financiamentos com recursos livres caíram 33,9% no ano, para R$ 11,15 bilhões. A poupança continua perdendo recursos: em agosto, os saques superaram os depósitos em R$ 9,5 bilhões, e a captação líquida negativa chega a R$ 47 bilhões no ano. A fuga da caderneta pressiona o funding do crédito imobiliário e explica a defesa do setor por novas fontes de recursos.
Leia as matérias completas: https://sindusconsp.com.br/precos-dos-imoveis-residenciais-aceleram-em-agosto/ e https://sindusconsp.com.br/financiamentos-imobiliarios-crescem-em-agosto/

Para Clausens Duarte, moradia precisa virar política de Estado, com fundo perene, FGTS protegido e terra urbanizada
Em entrevista à Agência CBIC, o novo vice-presidente de Habitação de Interesse Social da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) na gestão 2026–2029, Clausens Duarte, afirmou que o principal desafio do setor nos próximos três anos é recuperar de forma permanente a capacidade de investimento do país. Com a Selic em 13,75%, disse ele, parte dos investimentos não fecha a conta, e o setor precisa de regras estáveis, licenças com prazo e uma transição tributária que não encareça a moradia.
A comissão que Duarte preside levou aos candidatos à Presidência a agenda "Brasil com Moradia", que propõe tornar a habitação uma política de Estado sem criar imposto novo. Entre os compromissos estão o Pré-Sal Moradia, um fundo permanente dentro do Fundo Social do Pré-Sal, o fortalecimento do FGTS, um programa de locação acessível no Minha Casa, Minha Vida, o fim do chamado "segundo boleto" e um Plano Nacional de Habitação até 2035.
Entre os entraves, Duarte apontou a falta de verba mínima para habitação no Orçamento, o FGTS no limite, com 78,6% do ativo já aplicado em crédito, e o custo do tempo em aprovações, licenças e registros. Destacou também a questão da terra urbanizada: construir unidades sem cidade não resolve, e a moradia exige urbanismo planejado, com emprego, transporte e serviços por perto. A CBIC defende guichê único, prazos máximos para aprovações e padrões nacionais de referência para os municípios.
Como prioridade, a entidade propõe destinar ao menos 50% das receitas do Fundo Social do Pré-Sal a um fundo habitacional rotativo e criar um piso orçamentário para a Faixa 1, a locação acessível e a urbanização. "O petróleo passa. A moradia fica", resumiu Duarte.
Leia a matéria completa: https://cbic.org.br/na-nova-gestao-da-cbic-clausens-duarte-defende-recursos-permanentes-para-habitacao-de-interesse-social/

Para a CBIC, o fim da escala 6x1 sem transição adequada pode encarecer obras e atrasar a entrega de moradias
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estima que a proposta de fim da escala 6x1, com redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, exigiria a contratação de mais de 288 mil trabalhadores para manter o nível atual de atividade do setor. O cálculo considera os cerca de 2,88 milhões de celetistas da construção e a perda de 208 horas de trabalho por profissional ao ano. A votação da proposta no Plenário do Senado foi adiada para depois das eleições.
Segundo a entidade, o custo da mão de obra pode subir até 15%, e o custo total das obras, pelo menos 6%. A mão de obra representa de 35% a 40% dos custos na construção tradicional e pode chegar a quase 60% na habitação popular. Entre os riscos apontados estão atrasos na entrega de moradias do Minha Casa, Minha Vida, o encarecimento da casa própria para famílias de menor renda e impactos em obras de infraestrutura e em contratos de longo prazo, como as PPPs.
O presidente da CBIC, Eduardo Aroeira, considera a redução da jornada um debate legítimo, que deve envolver trabalhadores, setor produtivo e poder público. Ele alerta, porém, para o risco de uma mudança desse porte sem tempo para adaptação, num cenário de dificuldade de contratação. O vice-presidente de Relações Trabalhistas da entidade, David Fratel, afirma que não há mão de obra disponível para atender à demanda de forma imediata.
A CBIC defende que a discussão avance com embasamento técnico e transição gradual, e vê o período até a votação no Senado como oportunidade para aprofundar a análise dos impactos.
Leia a matéria completa: https://cbic.org.br/reducao-da-jornada-de-trabalho-pode-exigir-quase-300-mil-novos-trabalhadores-na-construcao/

Aproximação com a academia busca qualificar dados públicos e embasar políticas de habitação, mobilidade e planejamento territorial
O Secovi-SP recebeu, em 8 de outubro, pesquisadores do Centro de Estudos das Cidades do Insper (Laboratório Arq.Futuro) para buscar uma agenda comum em habitação, mobilidade, economia urbana e planejamento territorial. A reunião foi organizada pela vice-presidência de Empreendedorismo e Inovação. O presidente executivo do Secovi-SP, Ely Wertheim, defendeu a aproximação com o meio universitário e afirmou que o setor quer cidades melhores: "Nós, empresários, queremos uma cidade bonita, uma cidade boa". Ele citou estudo da entidade segundo o qual São Paulo precisará de 900 mil habitações nos próximos dez anos.
O Secovi-SP apresentou o DataSecovi, plataforma que reunirá todas as pesquisas e séries históricas da entidade, com painéis, download de dados e assistente de inteligência artificial, com lançamento previsto para 4 de novembro. Apresentou também o GeoSecovi, ferramenta de análise territorial da capital com 40 bases de dados. Na discussão sobre licenciamento, representantes da entidade apontaram que a falta de padronização de notas e ressalvas nos alvarás dificulta a automação dos processos.
Entre os projetos do Insper, destacou-se a Plataforma Indutora de Políticas Habitacionais, que mede as restrições normativas à habitação de interesse social com base em 20 variáveis e terá piloto em Pernambuco. Os pesquisadores mostraram ainda que apenas cerca de 10% dos trabalhadores paulistanos moram no distrito onde trabalham e que há problemas na qualidade dos dados públicos de ITBI, alvarás e outorga onerosa.
As duas instituições pretendem formalizar a parceria com projetos práticos de pesquisa e formação, de olho na revisão do Plano Diretor de São Paulo, prevista para 2029. Uma nova reunião está marcada para os próximos 15 dias.
Leia a matéria completa: https://secovi.com.br/secovi-sp-e-insper-discutem-agenda-comum-em-pesquisa-dados-e-desenvolvimento-urbano/

Pesquisa com 582 empresas mostra setor formado por negócios pequenos e independentes, que ainda medem pouco seus resultados
O Secovi-SP apresentou, em 8 de outubro, a quarta edição do Benchmark Imobiliário: Diagnóstico das Imobiliárias Brasileiras, durante o Encontro das Imobiliárias, promovido pela vice-presidência de Negócios Imobiliários. O estudo, realizado com a Universal Software Brasil, ouviu 582 imobiliárias de 22 estados e do Distrito Federal. Na abertura, o presidente executivo do Secovi-SP, Ely Wertheim, tratou da reforma tributária e defendeu a manutenção do Minha Casa, Minha Vida.
A pesquisa mostra um setor de empresas pequenas e independentes. A maioria fatura até R$ 5 milhões por ano, cerca de 80% não pertencem a redes ou franquias e metade tem até 10 funcionários. 85% atuam em venda e locação, contra 75% na edição anterior, já que a administração de aluguéis funciona como proteção contra a sazonalidade das vendas e os períodos de juros altos.
Na gestão, 37% não têm área de marketing estruturada e 66% não medem o custo de aquisição de clientes por canal. Segundo os apresentadores, as imobiliárias que fazem essa medição convertem quatro vezes mais. Os portais foram apontados por 39% como o canal de maior retorno, mas também foram criticados pela baixa qualidade dos contatos que geram.
O atendimento avançou: 75% já contam com pré-vendas, contra 30% em 2019, e 36,7% usam inteligência artificial ou modelo híbrido. Ainda assim, metade das imobiliárias não conhece seu índice de satisfação de clientes (NPS).
Leia a matéria completa: https://secovi.com.br/secovi-sp-apresenta-diagnostico-das-imobiliarias-brasileiras-no-encontro-das-imobiliarias/

Evento gratuito da Prefeitura de São Paulo e da FGV Cidades acontece em 19 de novembro, com inscrições abertas
A Prefeitura de São Paulo, por meio da SP Parcerias, e a FGV Cidades promovem em 19 de novembro a quarta edição do InfraCidades, com o tema "Infraestrutura Urbana e Social para Cidades Sustentáveis". O encontro será na FGV EAESP (Rua Itapeva, 432, Bela Vista) e vai discutir os desafios de planejar, financiar, implementar e gerir serviços públicos, com foco em desenvolvimento urbano sustentável, inovação, governança e redução de desigualdades.
Pela manhã, o debate Infra em Pauta apresentará experiências de projetos de infraestrutura da cidade, como as PPPs do Parque Dom Pedro II e dos novos CEUs, com transmissão online. À tarde, uma sessão acadêmica, exclusivamente presencial, reunirá pesquisas selecionadas. O evento é gratuito e voltado ao poder público, à academia, à iniciativa privada e à sociedade civil.
Inscrições: https://www.spparcerias.com.br/infracidades-2026

Compradores do Terras de Viena esperam há 17 anos para construir e estimam perdas de R$ 26 milhões
Reportagem do Portal VV8 mostra a situação dos compradores do loteamento Terras de Viena, no bairro Roncaglia, em Valinhos (SP). Eles esperam há 17 anos para poder construir. A área, de pouco mais de 87 mil m², teve quase 140 cotas vendidas, mas comporta apenas 93 lotes. Segundo a Prefeitura, o governo estadual pede adequações urbanísticas e ambientais desde 2009, e até hoje o empreendimento não foi regularizado.
O Ministério Público move ação civil pública para buscar o ressarcimento das vítimas. Segundo a promotoria, os investigados prometeram um loteamento sem autorização nem estudo prévio, violando gravemente os direitos do consumidor. A ação envolve cinco pessoas físicas, duas empresas, os proprietários da terra e corretores. A promotoria estima o prejuízo em R$ 10 milhões, e os compradores falam em mais de R$ 26 milhões. A Polícia Civil também investiga o caso por estelionato.
Entre as vítimas está uma aposentada que comprou quatro cotas entre 2009 e 2019 e até hoje não pode usar o terreno. O caso ilustra o alerta que a AELO faz no programa Lote Legal: antes de comprar, é preciso verificar se o loteamento está aprovado e registrado, com as licenças em dia. As orientações do personagem Beto Legal estão disponíveis em lotelegal.com.br.
Leia a matéria completa: https://portalvv8.com.br/noticia/78603/compradores-de-loteamento-irregular-em-valinhos-enfrentam-17-anos-de-espera-e-estimam-prejuizo-de-r-26-milhoes

Venda de lotes cresce 155% em Uberaba e 25,3% em Uberlândia no primeiro semestre de 2026
O portal Regionalzão destacou o levantamento da AELO-MG, feito em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, que mostra forte expansão do mercado de loteamentos no Triângulo Mineiro. Entre janeiro e junho de 2026, as vendas de lotes cresceram 155% em Uberaba e 25,3% em Uberlândia na comparação com o mesmo período de 2025.
Em Uberaba, foram comercializados 841 lotes no semestre, contra 329 um ano antes, e o VGV praticamente dobrou, de R$ 82 milhões para R$ 161 milhões. Uberlândia vendeu 674 lotes e foi a cidade com mais lançamentos em toda a pesquisa, com 903 novas unidades colocadas no mercado.
Em todo o estado, o levantamento registrou 5.160 lotes vendidos, alta de 22,7%, e VGV de R$ 1,3 bilhão. A pesquisa abrange cidades que concentram 41% da população mineira e 57% do potencial de consumo do estado. No segundo trimestre, as vendas em loteamentos fechados cresceram 64,8%, enquanto as de loteamentos abertos recuaram 32,5%, o que indica uma mudança na preferência do consumidor.
Leia a matéria completa: https://regionalzao.com.br/mercado-imobiliario/venda-de-lotes-dispara-no-triangulo-mineiro-e-cresce-155-em-uberaba-no-primeiro-semestre-de-2026/

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