Jorgito Donadelli explica por que o loteamento aprovado e regularizado evita problemas que custam caro às cidades
O diretor de Relações Institucionais da AELO, Jorgito Donadelli, apresentou o projeto Cidades Planejadas em entrevista ao Jornalismo da Cidade, da Rádio Cidade Jundiaí. Lançada no Fórum AELO-Estadão, em setembro, a iniciativa busca mostrar ao cidadão comum que todo imóvel começou num lote, e que, por trás dele, houve uma empresa que definiu a largura de ruas e calçadas, planejou o abastecimento de água, a coleta e o tratamento de esgoto, recuperou áreas verdes e mitigou impactos. "A impressão que dá é que o lote surgiu ali sem que ninguém fizesse esse planejamento", observou.
Donadelli alertou que o excesso de restrições além do que prevê a Lei Federal n.º 6.766 pode inviabilizar economicamente a atividade e afastar as empresas, abrindo espaço para ocupações irregulares. O exemplo citado foi o da região Billings-Guarapiranga: a superproteção criada a partir dos anos 1970 afastou os loteadores, a área foi ocupada sem infraestrutura, a represa foi poluída e hoje se estuda gastar R$ 6 bilhões para mitigar parte do problema. Segundo ele, quem mais sofre com os loteamentos irregulares é a população mais carente, e dados da Secretaria de Segurança Pública indicam que o crime organizado já atua nesse tipo de parcelamento.
Para o diretor, o loteamento bem desenvolvido é fonte de riqueza e desenvolvimento, gera impostos, ordena a cidade e permite que as pessoas construam casa, comércio e renda. Ele lembrou ainda o programa Lote Legal, em que o personagem Beto Legal orienta o comprador sobre o que verificar antes de adquirir um lote, com material disponível no site da AELO e em lotelegal.com.br. O projeto Cidades Planejadas segue em divulgação no estado e deve ser levado a todo o país.
Ouça a entrevista completa: https://soundcloud.com/radio-cidade-jundiai

Ação da AELO apresenta o lote regularizado como porta de entrada segura para o mercado imobiliário
O portal BRA 1 publicou, na editoria de Economia, matéria sobre a nova campanha da AELO voltada a quem deseja investir no mercado imobiliário. Com o conceito "Invista em um lote. É mais futuro por m².", a ação apresenta o lote urbanizado como alternativa de investimento acessível, segura e estratégica, com potencial de valorização dos terrenos regularizados e planejados.
Na reportagem, o presidente da AELO, Caio Portugal, destaca que o lote é a porta de entrada de muitas famílias no universo imobiliário. Segundo ele, quando adquirido de forma regular e de empresas comprometidas com as boas práticas do setor, o lote oferece segurança jurídica, valorização patrimonial e planejamento para o futuro.
A matéria lembra ainda que a campanha integra o conjunto de ações da entidade pelo desenvolvimento urbano responsável, ao lado do programa Lote Legal, que alerta a população sobre os riscos dos loteamentos clandestinos e incentiva escolhas mais seguras na hora da compra.
Leia a matéria completa: https://www.bra1.com.br/economia/id-700693/aelo_lanca_campanha_para_mostrar_que_investir_em_lotes_e_seguro_e_valoriza_seu_patrimonio

Disputa presidencial vai ao segundo turno, e o PL sai das urnas com as maiores bancadas da Câmara e do Senado
O primeiro turno das eleições gerais, realizado em 4 de outubro, levou a disputa presidencial ao segundo turno, marcado para 25 de outubro, entre Flávio Bolsonaro (PL), que somou 47,03% dos votos válidos (56,1 milhões), e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 45,16% (53,9 milhões). Augusto Cury (Avante, 2,89%), Renan Santos (Missão, 2,24%) e Ronaldo Caiado (PSD, 2,18%) vieram em seguida. Flávio venceu em 15 estados e no Distrito Federal, com domínio no Sul, no Centro-Oeste e em todo o Sudeste. Lula liderou em 12 estados: os nove do Nordeste, além de Amapá, Amazonas e Pará. A abstenção foi de 21,08%.
Nos estados, 20 governadores foram eleitos já no primeiro turno. Entre eles, Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito em São Paulo com 62,65%, e Cleitinho Azevedo (Republicanos) venceu em Minas Gerais. No Paraná, Sergio Moro (PL) foi eleito com 50,10%. Por partido, o PL elegeu cinco governadores (PR, RS, SC, RO e RR), o PSD quatro (AP, MA, PE e SE), o PT e o Republicanos três cada (BA, CE e PI; SP, MG e MT), o PP dois (MS e PB), e PSDB (AL), MDB (GO) e Podemos (PA) um cada. Haverá segundo turno em seis estados e no DF: Rio de Janeiro (Douglas Ruas, PL, x Eduardo Paes, PSD), Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Amazonas, Acre, Tocantins e Distrito Federal.
No Senado, que renovou dois terços das cadeiras, foram eleitos 54 senadores: Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos), no AC; Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB), em AL; Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD), no AP; Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB), no AM; Rui Costa e Jaques Wagner (PT), na BA; Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede), no CE; Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (PL), no DF; Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos), no ES; Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União), em GO; André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo), no MA; Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL), em MT; Reinaldo Azambuja e Capitão Contar (PL), em MS; Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT), em MG; Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União), no PA; João Azevêdo (PSB) e Veneziano (MDB), na PB; Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo), no PR; Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT), em PE; Marcelo Castro e Júlio César (PSD), no PI; Carlos Portinho e Carlos Jordy (PL), no RJ; Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT), no RN; Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo), no RS; Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid (PL), em RO; Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB), em RR; Carol de Toni e Carlos Bolsonaro (PL), em SC; Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), em SP; Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB), em SE; e Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB), no TO. Com 17 eleitos, o PL passa a ter 28 das 81 cadeiras da Casa, seguido por PT (9), MDB (8), PP e Republicanos (6 cada), PSD e União (5 cada), PSB (4) e Novo (3).
Na Câmara dos Deputados, a renovação foi de 35,67%, com 183 deputados em primeiro mandato, e a bancada feminina será a maior da história, com 108 deputadas. O PL terá 121 deputados, 22 a mais que em 2022, à frente da federação PT/PCdoB/PV (88), da federação União Progressista (União Brasil e PP, 87), do PSD (43), do Republicanos (41), do MDB (36) e do Podemos (27). O deputado mais votado do país foi Nikolas Ferreira (PL-MG), com 3,11 milhões de votos. O novo Congresso toma posse em fevereiro de 2027.
Confira os resultados completos no TSE: https://resultados.tse.jus.br/oficial/app/index.html#/eleicao/6257/uf/br/cargo/1/vis/nominal/resultados

Linhas de crédito, certificações e indicadores abrem caminho para o investimento em SBN, inclusive em loteamentos
O portal do Secovi-SP publicou a cobertura do painel "Financiamento e Viabilidade Econômica das SBN", parte do seminário sobre soluções baseadas na natureza correalizado pela AELO, pelo Secovi-SP, pelo SindusCon-SP e pela Câmara Ambiental da Indústria da Construção da Cetesb. Com mediação de Lilian Sarrouf (ABNT CB-002 e SindusCon-SP), a mesa reuniu Mara Alvim Motta (Caixa), Myriam Tschiptschin (CTE) e Bruno Incau (WRI Brasil). Lilian destacou que a falta de parâmetros de custo travava a contratação de SBN e que o mercado financeiro exige métricas e resultados.
Mara defendeu que a natureza também é infraestrutura e apresentou as linhas da Caixa que podem financiar SBN, como Pró-Cidades (FGTS), Saneamento para Todos, Finisa e o Novo PAC. Responsável por 70% do crédito imobiliário do país, o banco já pontua itens de SBN no Selo Casa Azul, presente em cerca de 5% dos empreendimentos financiados, e desenvolve indicadores de pegada hídrica, emissões e valorização do ativo para atrair recursos mais baratos.
Myriam mostrou que as principais certificações já tratam do tema e que o GBC Biodiversidade começa pilotos em loteamentos e grandes glebas. Ela citou uma linha do Santander para loteamentos em que a certificação ajudou a obter melhores prazos e taxas e lembrou que a Taxonomia Sustentável Brasileira ainda não se aplica a loteamentos. Para ela, sustentabilidade é o futuro da lucratividade dos empreendimentos.
Bruno apontou que as SBN são, em geral, 50% mais custo-efetivas e representam menos de 0,5% do investimento em infraestrutura. O estudo do WRI Brasil com a Fundação Grupo Boticário identificou 67 produtos financeiros que poderiam financiar SBN, mas só 4% os citam explicitamente como item financiável.
Leia a matéria completa: https://secovi.com.br/painel-sobre-financiamento-e-viabilidade-economica-das-sbn-mostra-linhas-de-credito-certificacoes-e-indicadores-que-abrem-caminho-ao-investimento-em-solucoes-baseadas-na-natureza/

Riviera de São Lourenço, em Bertioga, mostrou como áreas verdes distribuídas protegem um bairro de chuvas extremas
A segunda etapa do painel "SBN na prática" foi conduzida por Ruth Portugal, diretora da AELO e do Secovi-SP e coordenadora do GT SBN. Participaram Adriana Levisky (Levisky Arquitetos e AsBEA-SP), Juliana Alvarenga Alencar (Poli-USP), o paisagista Marcelo Novaes e Paulo Velzi, da Sobloco. Adriana apresentou projetos em espaços públicos, como a Cratera de Colônia, e destacou as oportunidades para o empreendedor que implanta loteamentos qualificar e assumir a gestão de espaços públicos. Juliana ressaltou que os empreendimentos podem planejar o território com espaço disponível e que o setor imobiliário já vem tomando a frente na adoção dessas técnicas.
Marcelo Novaes apresentou condomínios horizontais em que o paisagismo, com espécies nativas, pomares, hortas e matas recompostas, é tratado como estratégia de qualidade de vida. Para ele, o paisagismo é parte da estratégia que transforma um loteamento em um lugar para viver, e não um complemento.
O caso mais emblemático foi o da Riviera de São Lourenço, em Bertioga, loteamento de 9 milhões de m² com obras iniciadas em 1981. Com áreas verdes entre todos os lotes e canais gramados ou escavados na mata, o bairro foi projetado para uma chuva de 100 anos, de cerca de 500 mm. No Carnaval de 2023, choveu 682 mm, e três horas depois a água já tinha voltado ao leito, com pouquíssimos problemas. Segundo Velzi, o resultado levou Bertioga a adotar o mesmo padrão de drenagem em toda a cidade.
Leia a matéria completa: https://secovi.com.br/sbn-na-pratica-parte-2-traz-cases-de-espaco-publico-condominios-e-de-um-bairro-planejado-em-bertioga-com-solucoes-baseadas-na-natureza/

Saber onde e como as cidades crescem é condição para planejar serviços, proteger a natureza e orientar o ordenamento territorial
Em sua coluna na Folha de S.Paulo, o vice-presidente do Secovi-SP Cláudio Bernardes comenta a quarta edição do estudo Áreas Urbanizadas do Brasil, do IBGE, com dados de 2022. Para ele, conhecer a localização e a evolução das áreas urbanas permite à sociedade gerenciar melhor o crescimento, planejar transporte, habitação e prevenção de desastres e proteger o meio ambiente.
Segundo o levantamento, as áreas urbanizadas ocupavam apenas 0,6% do território nacional em 2022, e cinco estados (São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia) concentravam metade delas. São Paulo lidera, com 9.622 km², ou 18,9% do total, e também teve a maior expansão entre 2019 e 2022, com 641 km² a mais. Por região, o Sudeste tem a maior área urbanizada, mas foi o Nordeste que mais cresceu no período, com 1.362 km².
O estudo identificou três tipos de ocupação: áreas densas, áreas pouco densas e loteamentos vazios, com infraestrutura implantada, mas ainda não ocupados. O Nordeste concentra quase metade desses loteamentos, com 1.274 km², seguido do Sudeste, com 758 km².
Bernardes conclui que as cidades brasileiras apresentam dinâmicas heterogêneas, com áreas de expansão acelerada convivendo com outras mais consolidadas, e que o monitoramento geoespacial e o acompanhamento de indicadores socioeconômicos e ambientais serão essenciais para estruturar políticas públicas de ordenamento territorial.
Leia o artigo completo: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudiobernardes/2026/09/onde-estao-as-areas-urbanizadas-do-brasil.shtml

Para incorporadores, demanda não é o problema: o desafio é converter a vontade de comprar em negócio
A ABRAINC e a Brain Inteligência Estratégica promoveram o webinar "A intenção de compra de imóveis está em alta. E as vendas?", com Fábio Tadeu Araújo (Brain) como moderador, Luiz França (ABRAINC), Ricardo Gontijo (Direcional), Antônio Setin (Setin) e Diego Villar (Moura Dubeux). Segundo a pesquisa da Brain, a intenção de compra atingiu o maior patamar da série iniciada em 2019. Mesmo assim, as famílias que visitam imóveis presencialmente caíram de 6% para 4% do total em um ano, cerca de 800 mil famílias a menos. Para Araújo, o comprador desiste antes por não encontrar o imóvel que quer pelo preço que pode pagar.
Os dados também trazem o lote: 11% das famílias com renda acima de R$ 2.500 compraram imóvel nos últimos 12 meses, o maior índice em três anos. Desse total, 10% compraram em loteamento aberto e 8% em loteamento fechado. O financiamento segue forte, com alta de 28,7% no SBPE e de 175% nas unidades financiadas para construção no semestre. Mesmo assim, os participantes apontaram o crédito caro como principal entrave, sobretudo para a classe média. Setin afirmou que o incorporador vem absorvendo custos e estreitando margens, enquanto o comprador viu a prestação mais que dobrar.
Os executivos também criticaram o excesso de regras locais. Gontijo lembrou que, com a mudança na legislação, a capital paulista passou de cerca de 15 mil unidades do Minha Casa, Minha Vida financiadas em 2014 para mais de 100 mil nos últimos 12 meses. Para ele, leis criadas para proteger a população muitas vezes inviabilizam a produção e acabam prejudicando o próprio comprador. Na mesma linha, Setin destacou que subsídios estaduais e municipais destravam vendas a custo baixo para o poder público.
Na avaliação dos participantes, a demanda existe e é estrutural, impulsionada pela formação de novos domicílios. Para destravá-la, defendem redução dos juros, responsabilidade fiscal e simplificação das legislações. França citou ainda a defesa do FGTS como funding da habitação e a busca por fontes alternativas, como o Fundo Social.
Assista ao webinar completo: https://www.youtube.com/watch?v=qYw7ZWXDE8g

Juros altos, custos crescentes e incertezas políticas pesam sobre o setor, que mantém demanda aquecida
SindusCon-SP e Secovi-SP realizaram a primeira edição conjunta do webinar trimestral de pesquisa do mercado imobiliário, reunindo os dados de lançamentos verticais, levantados pelo Secovi-SP com a Brain Inteligência Estratégica, e os do mercado horizontal, agora incorporados pelo SindusCon-SP. O panorama abrange 42 cidades do interior paulista e da Baixada Santista. Segundo o vice-presidente do Interior do SindusCon-SP, Victor Bassan de Almeida, a união das pesquisas é ainda mais relevante no interior, onde os produtos horizontais têm mais força pela facilidade de encontrar terrenos.
O diretor de Economia do Secovi-SP, Celso Petrucci, apontou como riscos a reforma tributária, a redução da jornada de trabalho e a Selic, cuja expectativa para o fim do ano subiu de 12,25% para 13,50%. No segundo trimestre, lançamentos e vendas verticais caíram 15% na comparação anual. No semestre, os lançamentos recuaram 12% e as vendas só 3%, o que indica demanda aquecida. O VGV somou cerca de R$ 20 bilhões, e o Minha Casa, Minha Vida perdeu participação no segmento vertical.
No mercado horizontal, os lançamentos de casas cresceram 44% no semestre, puxados pelas unidades econômicas, que mais que dobraram. As vendas recuaram 8%. Segundo Fábio Tadeu Araújo, CEO da Brain, a presença menor de casas de alto padrão se explica pela concorrência dos loteamentos fechados, comuns no interior. O estoque horizontal é considerado "ultrajovem": 90% das 5.939 unidades à venda foram lançadas nos últimos 30 meses.
Sobre preços, Petrucci avaliou que a valorização ainda não afetou a demanda e que o juro alto preocupa mais do que a alta dos imóveis. Já Bassan de Almeida considera que o setor está perto do limite para repassar custos. As entidades pretendem padronizar as pesquisas até chegar a um indicador único do mercado imobiliário do interior.
Leia a matéria completa: https://sindusconsp.com.br/mercado-imobiliario-do-interior-segue-resiliente/

Primeira parte do painel "SBN na prática" reuniu casos de jardins de chuva, biovaletas e parques resilientes
O portal do Secovi-SP publicou a cobertura da primeira etapa do painel "SBN na prática: Experiências e Aplicações", do seminário sobre Soluções Baseadas na Natureza no desenvolvimento urbano. Conduzida por Beatriz Codas, sócia-diretora da Geasa Engenharia, a mesa reuniu Tarcísio Miranda (ADS Tigre), Maite Pinheiro (Geasa), Duarte Vaz (EMBYÁ) e Gabriel Dias Mangolini Neves (Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade de Campinas). Na abertura, Beatriz lembrou que, hoje, órgãos como Cetesb e Graprohab já tratam do tema e afirmou que, em dez anos de trabalho, o mercado imobiliário foi o que mais acreditou no conceito, com muitos clientes loteadores apostando nele.
Entre os casos, Beatriz apresentou o loteamento Oregon, em Campinas, primeiro em que a equipe conseguiu aprovar esse tipo de solução numa prefeitura paulista. Com biovaletas em canteiros centrais, rotatórias e sistema de lazer, além de jardins de chuva, o trecho implantado alcançou 8% de amortecimento e 11% de tratamento da água pluvial. Maite mostrou um estudo que substitui um piscinão de 30 mil m³ na bacia do córrego Carandiru por infraestrutura verde combinada a reservatórios subterrâneos, e Duarte apresentou o Parque Memorial Passo de Estrela, no Vale do Taquari (RS), projetado para conviver com as cheias.
Gabriel mostrou que, em Campinas, a maior parte dos resultados em SBN vem da parceria com o parcelamento do solo. O município soma 40 passagens de fauna, a maioria em novos loteamentos, e uma proposta de 49 parques lineares em cerca de 900 hectares, parte deles já implantada por loteadores, como o do próprio Oregon.
Leia a matéria completa: https://secovi.com.br/sbn-na-pratica-parte-1apresenta-experiencias-e-aplicacoes-de-jardins-de-chuva-biovaletas-e-parques-resilientes-em-diferentes-escalas/

Para Caio Portugal, planejamento urbano é uma agenda que afeta quem mora, trabalha e investe nas cidades
O Jornal Guarulhos em Destaque publicou matéria sobre o Projeto Cidades Planejadas, iniciativa da AELO que amplia o debate sobre o papel do planejamento urbano na construção de cidades mais organizadas, sustentáveis, conectadas e preparadas para o crescimento. O texto destaca a importância dos loteamentos legais que garantem urbanização ordenada, com ruas, áreas verdes, saneamento, mobilidade, equipamentos públicos, espaços de convivência e segurança jurídica para o desenvolvimento dos municípios.
Na reportagem, o presidente da AELO, Caio Portugal, explica que a proposta é levar à sociedade temas que costumam ficar restritos ao debate técnico. Para ele, planejamento urbano não diz respeito só a urbanistas, gestores públicos e empreendedores, mas envolve onde as pessoas vão morar, como vão se deslocar, onde haverá infraestrutura e como as áreas ambientais serão preservadas. "É uma discussão sobre qualidade de vida e futuro", afirma.
A matéria informa ainda que o projeto começa com a divulgação de um vídeo sobre a ocupação da região Guarapiranga-Billings, em São Paulo, que contava com boa legislação ambiental nos anos 1970, mas acabou tomada por loteamentos clandestinos, com falta de infraestrutura e prejuízos à cidade e à população.
Leia a matéria completa: https://guarulhosemdestaque.com.br/2026/09/30/planejamento-urbano-transforma-o-futuro-das-cidades/

Setor mantém ritmo de contratações, mas enfrenta custos acima da inflação e escassez de mão de obra
Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), com base no Novo Caged, mostra que a construção abriu 200.431 vagas formais de janeiro a agosto de 2026, alta de 2,66% sobre o mesmo período de 2025. Só em agosto foram 20.848 novos postos, o melhor resultado em quatro meses, e o estoque de trabalhadores com carteira chegou a 3,151 milhões, 3% acima de agosto do ano passado.
No acumulado do ano, as obras de infraestrutura lideram, com 79.065 vagas e crescimento de 26,89% sobre 2025. Construção de edifícios e serviços especializados também tiveram saldo positivo, em ritmo mais lento. O salário médio de admissão no setor, de R$ 2.642,46, é 9,61% superior à média nacional e o segundo maior entre os setores acompanhados.
Os desafios, porém, crescem. Em 12 meses até agosto, o INCC subiu 6,59%, com mão de obra em alta de 7,60%, enquanto o IPCA ficou em 4,22%. O mercado de trabalho também está apertado: a taxa de desemprego, de 5,3%, é a menor da série iniciada em 2012.
Para a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos, o saldo demonstra a força e a resiliência da construção, mas a expansão sustentada depende de enfrentar os custos acima da inflação e os juros elevados.
Leia a matéria completa: https://cbic.org.br/construcao-gera-mais-de-200-mil-novos-empregos-formais-em-2026/

Cobrança proporcional ao valor da causa, a partir de 2027, deve desestimular a litigância abusiva e favorecer acordos extrajudiciais
A ABRAINC destacou, em seu portal, a aprovação, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), de uma nova forma de cálculo das custas judiciais, que entra em vigor em 1º de janeiro de 2027. Nas ações e recursos com conteúdo econômico, a cobrança deixa de ter valor fixo e passa a ser proporcional ao valor atualizado da causa.
Hoje, um recurso especial ao STJ custa R$ 270,12, qualquer que seja o valor em discussão. A partir de 2027, passará a custar 2% do valor atualizado da causa, com mínimo de R$ 1.325,45 e máximo de R$ 107.332,80. As regras de gratuidade de justiça e de isenções legais continuam as mesmas.
Para o setor imobiliário, a mudança tende a estimular mais ponderação antes de entrar com ações e recursos, em linha com as medidas contra a litigância abusiva. Entre elas está a decisão recente na ADC 80, que exige de quem pede justiça gratuita a comprovação
de renda abaixo de R$ 5 mil. Levantamento da ABRAINC apresentado no Tema 1396 do STJ mostra que resolver um vício construtivo fora da Justiça custa em média R$ 5 mil, contra cerca de R$ 41 mil na via judicial.
A expectativa é que as novas regras incentivem a solução extrajudicial de conflitos, por canais como SAC, Reclame Aqui e Consumidor.gov.
Leia a matéria completa: https://www.abrainc.org.br/noticias/stj-aprova-novas-regras-para-cobranca-de-custas-judiciais

AELO: (11) 3289-1788 www.aelo.com.br
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