Encontro on-line e gratuito em 17 de setembro apresenta o Bairro Planejado Harmonia, em Rio das Ostras, com masterplan de mais de 2 milhões de m².
A Universidade Corporativa Secovi-SP promove em 17 de setembro, quinta-feira, às 19h, o encontro de encerramento do Curso de Loteamentos — Edição 2026, com apresentação do Bairro Planejado Harmonia, em Rio das Ostras (RJ). O convite, gratuito, foi estendido além dos participantes do curso a profissionais que atuam em desenvolvimento urbano e loteamentos: desenvolvedores, loteadores, incorporadores, construtores, arquitetos, urbanistas, engenheiros, advogados, economistas, gestores, consultores, corretores, servidores públicos e demais agentes do mercado imobiliário. O encontro é on-line.
Situado no norte fluminense, o Harmonia está em desenvolvimento desde 2019, com masterplan total de mais de 2 milhões de metros quadrados. A área já conta com shopping center de mais de 17 mil metros quadrados de ABL, academias e centro médico, loja da rede Atacadão, unidade da Vilarejo, arena de esportes, arena de eventos, heliponto 24 horas e praça central, com fluxo superior a 400 mil pessoas por mês. Os 333 lotes residenciais da primeira fase foram integralmente vendidos no lançamento e entregues, somados a mais de 100 lotes comerciais e mistos.
O masterplan em implantação prevê igreja, parque, supermercado, posto de combustível, hospital, escola bilíngue, rodoviária, prédios tipo studio e garden, além de novas fases residenciais verticais e horizontais. Plenamente implantado, o projeto tem projeção de VGV acima de R$ 1 bilhão e de mais de R$ 1 bilhão em receita recorrente anual gerada pelas operações do bairro.
Serviço
Encontro de encerramento do Curso de Loteamentos — Edição 2026
17 de setembro de 2026, às 19h
Formato on-line, participação gratuita
Realização: Universidade Corporativa Secovi-SP
Inscrição: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_nqX_HySFTGaYk9zAMPsJvw

Transmissão gratuita nesta quinta-feira, 17 de setembro, apresenta a implantação da NF-e ABI e orienta incorporadoras e loteadoras sobre os passos de adequação
A AELO realiza, ao lado da ABRAINC e do Secovi-SP, transmissão ao vivo sobre a implantação da Nota Fiscal Eletrônica de Alienação de Bens Imóveis (NF-e ABI), nesta quinta-feira, 17 de setembro, das 10h às 11h30. O encontro terá participação de representantes da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS, que vão apresentar os principais pontos da nova obrigação, esclarecer dúvidas e orientar as empresas sobre os próximos passos para adequação.
A programação aborda os aspectos do processo de implantação e seus impactos sobre o mercado imobiliário, com informações dirigidas a incorporadoras, loteadoras, empresas e profissionais que precisarão se preparar para a nova sistemática. A proposta é aproximar o setor dos órgãos responsáveis pela mudança e ampliar o acesso a orientações oficiais sobre procedimentos e etapas de adaptação.
A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, e a transmissão será feita pelos canais da ABRAINC, da AELO e do Secovi-SP no YouTube.
AELO ON trará os principais trechos no próximo boletim.
Serviço
Live sobre a implantação da NF-e ABI no setor imobiliário
17 de setembro de 2026, das 10h às 11h30
Transmissão ao vivo pelo YouTube
Realização: ABRAINC, AELO e Secovi-SP
Participação: Receita Federal e Comitê Gestor do IBS
Inscrição gratuita: https://materiais.abrainc.org.br/live_youtube_nfeabi
Leia no site da ABRAINC: https://www.abrainc.org.br/noticias/abrainc-reune-receita-federal-e-comite-gestor-do-ibs-para-explicar-nova-nota-fiscal-do-setor-imobiliario

Dia inteiro sobre diretrizes técnicas, projeto e licenciamento de Soluções Baseadas na Natureza, em 24 de setembro, no Milenium.
A AELO realiza, ao lado do Secovi-SP, do SindusCon-SP e da Câmara Ambiental da Indústria da Construção da Cetesb, o seminário Soluções Baseadas na Natureza no Desenvolvimento Urbano: diretrizes técnicas, projetos e experiências no setor imobiliário. O encontro acontece em 24 de setembro, quinta-feira, das 9h às 18h, com credenciamento a partir das 8h30, no Centro de Convenções Milenium. O objetivo é discutir como incorporar as SBN desde a concepção dos projetos até a aprovação e o licenciamento de loteamentos e empreendimentos — público-alvo formado por loteadores, incorporadores, construtores e projetistas.
A abertura reúne Jorge Cury, presidente do Secovi-SP; Ely Wertheim, presidente executivo da entidade; Caio Portugal, presidente da AELO e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP; Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade; Eduardo May Zaidan, presidente executivo do SindusCon-SP; José Renato Nalini, secretário de Mudanças Climáticas da Prefeitura de São Paulo; Lacir Ferreira Baldusco, presidente do Graprohab; e Thomaz Miazaki de Toledo, presidente da Cetesb.
A programação abre com as novas referências técnicas para projeto e aprovação, painel que reúne quadros da Cetesb e tem entre os expositores Ruth Portugal, coordenadora do GT SBN da Cetesb e diretora do Secovi-SP e da AELO. Seguem-se painéis sobre SBN como estratégia de projeto, financiamento e viabilidade econômica, e experiências práticas de aplicação, encerrando com um pinga-fogo entre os especialistas às 16h25.
A inscrição é gratuita para associados da AELO, mediante o cupom ASSOCIADOAELO ou pelo link de gratuidade abaixo. O evento vale 50 pontos no Programa Qualificação Essencial. Informações pelo telefone (11) 5591-1300 ou pelo e-mail [email protected].
Inscrição gratuita para associados da AELO: https://www.sympla.com.br/evento/solucoes-baseadas-na-natureza-no-desenvolvimento-urbano/3434972?d=ASSOCIADOAELO
Programação completa: https://secovi.com.br/evento/solucoes-baseadas-na-natureza-no-desenvolvimento-urbano/

O jornal detalhou o levantamento da Brain para a AELO e mostrou a taxa de rescisões subindo de 10% para algo entre 12% e 15%, com a escassez de mão de obra somada aos juros na explicação da queda
O Valor Econômico publicou em 14 de setembro, em reportagem de Ana Luiza Tieghi, o levantamento realizado pela Brain Inteligência Estratégica a pedido da AELO. No segundo trimestre foram lançados 25 mil lotes no país, queda de 8% na comparação anual, com vendas de 32,1 mil unidades, recuo de 6%. O valor dos lançamentos caiu mais: 20% no semestre e 25% no trimestre, para R$ 6,09 bilhões — sinal de uma oferta concentrada em lotes menores e mais baratos. No semestre, os lançamentos somaram 48,7 mil lotes, queda de 14%, e as vendas, 64,7 mil, recuo de 11%. Nos 12 meses até junho, o país registrou 122,4 mil lotes lançados, o menor número desde 2023.
Hamilton Leite, diretor da Brain para o Estado de São Paulo, atribuiu a retração à escassez de mão de obra, que afeta a produção, somada à preocupação com o cenário político e com a taxa de juros. Caio Portugal, presidente da AELO, lembrou que as loteadoras são especialmente sensíveis ao custo do dinheiro porque dependem de financiamento privado: os lotes são financiados pelas próprias empresas aos compradores, e a urbanização da área não conta com recursos mais baratos, como os do FGTS, disponíveis às incorporadoras que atuam no Minha Casa, Minha Vida — política que não abrange a compra de lotes.
Uma saída em construção é associar a venda do lote à construção da casa, o que permite enquadrar a operação no programa. A modalidade ainda é incipiente, mas tende a crescer, segundo o presidente, por combinar o recebimento à vista pelo loteador com condições de financiamento mais baratas para o cliente. A entidade trabalha para atrair bancos privados a esse formato, voltado ao médio padrão e tocado em parceria com pequenos incorporadores.
O ponto de alerta são os distratos. A taxa média de rescisões sobre as vendas, historicamente em torno de 10% no segmento, está hoje entre 12% e 15%. Caio Portugal atribui o movimento ao endividamento das famílias e à insegurança na aplicação da Lei de Distratos — quando a lei não é aplicada, argumenta, o contrato de compra e venda se converte, na prática, em mera opção de compra. O tema foi discutido em reunião com associados, que apontaram a necessidade de tornar mais clara a aplicação da norma.
O estoque à venda caiu 12% em um ano, para 154,8 mil unidades, com prazo estimado de escoamento estável em 14,6 meses — velocidade de vendas mais lenta. "Estamos reduzindo nosso estoque", resumiu o presidente. Nos preços, o metro quadrado em bairro aberto encerrou o trimestre a R$ 621, alta de 2% em um ano, enquanto o lote em condomínio fechado subiu 15%, para R$ 1.176. O segmento de alta renda escapa da restrição de crédito: dois grandes projetos de segunda residência foram lançados no Estado no último mês, em Porto Feliz e Bragança Paulista, embora o presidente da AELO ressalve tratar-se de nicho específico, de pouco volume em lotes.
Leia a reportagem no Valor Econômico: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/14/lancamentos-e-vendas-de-lotes-recuam-no-1o-semestre.ghtml

O telejornal da TV Vanguarda mostrou a região de São José dos Campos, Caçapava e Taubaté na liderança do ranking estadual de preço do lote
Os dados do levantamento AELO/Brain/Secovi-SP foram tema de reportagem no Link Vanguarda, telejornal da TV Vanguarda, afiliada da Globo no Vale do Paraíba. A matéria mostrou que a região formada por São José dos Campos, Caçapava e Taubaté lidera o ranking estadual de preço em loteamentos abertos, com valor médio de lote de R$ 175.601 — acima da Grande São Paulo, com R$ 170 mil, e da média do Estado, de R$ 144 mil. O metro quadrado da região, a R$ 1.069, é o mais alto de São Paulo e supera com folga a média estadual, de R$ 703.
Ângela Paiva, delegada regional da AELO no Vale do Paraíba, diretora regional do Secovi-SP em São José dos Campos e membro do Conselho Consultivo da entidade, atribuiu o patamar de preços à valorização econômica da cidade e à sua capacidade de atrair rendas mais altas e moradores em busca de qualidade de vida. Ela apontou ainda a escassez de áreas disponíveis para novos empreendimentos em regiões como a Grande São Paulo como fator adicional de pressão.
A reportagem atribuiu a valorização ao crescimento da Zona Leste de São José dos Campos, impulsionado pelo plano diretor e pela lei de zoneamento do município, e à capacidade da cidade de atrair rendas mais altas. Segundo o mercado imobiliário local, empreendimentos ainda em obras já acumulam valorização em torno de 20% antes da entrega. Em um loteamento entregue em junho, lotes lançados na faixa de R$ 120 mil a R$ 130 mil passaram a ser revendidos por algo entre R$ 250 mil e R$ 260 mil. A escassez de áreas disponíveis para novos empreendimentos em regiões como a Grande São Paulo foi apontada como outro fator de pressão sobre os preços.
Assista à reportagem no g1: https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/videos-link-vanguarda/video/regiao-tem-os-terrenos-mais-caros-de-sao-paulo-14931778.ghtml

Os números do levantamento Brain/AELO e da pesquisa AELO/Brain/Secovi-SP circularam em três veículos, com o Monitor do Mercado detalhando o recorte paulista região por região
O desempenho do setor no primeiro semestre de 2026 repercutiu na imprensa especializada ao longo das últimas semanas. Economia S/A e Hub Imobiliário publicaram o balanço nacional produzido pela Brain Inteligência Estratégica em parceria com a AELO, e o Monitor do Mercado dedicou reportagem própria ao recorte paulista, com análise região por região.
No país, foram comercializados cerca de 55 mil lotes entre janeiro e junho, com lançamentos em patamar próximo. No primeiro trimestre, os lançamentos nacionais somaram cerca de 22 mil lotes, queda de 23% na comparação anual, enquanto as vendas chegaram a aproximadamente 32 mil unidades — o setor, portanto, absorveu estoque em vez de ampliá-lo. Em São Paulo, a pesquisa AELO/Brain/Secovi-SP acompanha 81 municípios e registrou, no segundo trimestre, 8.205 lotes lançados e 12.780 comercializados. No semestre, o Estado somou cerca de 15,5 mil lançamentos, redução de 27%, e 23,1 mil vendas, queda de 22% — diferença de aproximadamente 7,6 mil unidades a mais vendidas do que lançadas.
Caio Portugal, presidente da AELO, atribuiu a desaceleração ao ambiente de juros altos, que reduz a capacidade de investimento das empresas, e lembrou que um empreendimento pode levar de três a quatro anos entre concepção, licenciamento e chegada ao mercado — de modo que os números de 2026 refletem também decisões tomadas em anos anteriores. Para ele, a demanda existe, e o desafio é criar condições para que novos projetos cheguem ao mercado: "O loteamento formal significa infraestrutura, desenvolvimento urbano, geração de patrimônio e ampliação da oferta de moradia." A sazonalidade ainda pode alterar o quadro: historicamente o segundo semestre concentra a maior parte dos lançamentos, e o último trimestre costuma responder por algo entre 35% e 40% das novas unidades. A expectativa da entidade é fechar 2026 com cerca de 120 mil lotes lançados no país.
O recorte regional mostra um mercado paulista heterogêneo. A Região Metropolitana de Campinas concentrou 38% dos lançamentos pesquisados no primeiro trimestre — 2.765 lotes em 11 empreendimentos — e 30% das vendas, com cerca de R$ 999 milhões em VGV; no segundo trimestre, a Região Administrativa de Campinas seguiu à frente, com 1.922 lotes lançados. Sorocaba aparece como segundo mercado, e São José do Rio Preto somou 1.036 lançamentos e 1.359 vendas. Na Grande São Paulo, o loteamento fechado alcançou R$ 1.948 por metro quadrado, o maior valor do Estado na modalidade; São José dos Campos lidera entre os abertos, com R$ 1.069 por metro quadrado, ante média estadual de R$ 703. Bauru chama atenção pelo estoque, com disponibilidade superior a 35% do total lançado, acima da média estadual de 24,3%.
Na leitura da AELO, o desafio não é apenas ampliar o número de lançamentos, mas ajustar localização, infraestrutura e preço à demanda de cada região — com políticas habitacionais regionalizadas, crédito habitacional combinado à oferta de lotes e agilidade nos processos de aprovação. A entidade adverte que o loteamento antecede casas, condomínios e comércio: uma redução prolongada de novos projetos compromete a oferta futura de terra urbanizada.
Monitor do Mercado: https://monitordomercado.com.br/noticias/mercados/422886-mercado-de-lotes-em-sp-perde-ritmo-no-primeiro-trimestre-enquanto-precos-avancam/
Economia S/A: https://economiasa.com.br/blog/mercado-de-loteamentos-vende-mais-do-que-lanca-no-primeiro-semestre-e-reduz-estoques-no-brasil/
Hub Imobiliário: https://hubimobiliario.com/mercado-de-loteamentos-vende-mais-do-que-lanca-no-primeiro-semestre-e-reduz-estoques-no-brasil/

Documento subscrito por quase 3 mil entidades empresariais pede que o plenário do STF examine em sessão pública e com urgência os fatos que originaram a crise institucional
A Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano é signatária do Manifesto dos Empresários à Nação, documento que reúne quase 3 mil entidades empresariais — representando cerca de 90% do Produto Interno Bruto — e cobra que os fatos na origem da crise no Supremo Tribunal Federal sejam examinados pelo plenário da Corte em sessão pública e com urgência. O texto sustenta que nenhum guardião da Constituição está dispensado de prestar contas e defende o respeito aos princípios constitucionais.
Para a AELO, o equilíbrio entre os Poderes é um dos pilares da segurança jurídica e condição para um ambiente favorável ao investimento, à geração de empregos e ao desenvolvimento das cidades. A entidade reúne empresas e profissionais de loteamento, desenvolvimento urbano e construção com associados em mais de 20 Estados, e tem entre suas bandeiras a segurança jurídica, o desenvolvimento sustentável das cidades, a defesa do direito de propriedade e o combate aos loteamentos clandestinos.
O presidente da AELO, Caio Portugal, observou que os projetos de desenvolvimento urbano têm longo prazo de maturação e dependem de regras claras, estabilidade institucional e respeito aos contratos. "A segurança jurídica é essencial para quem investe, empreende e produz", afirmou. Ele defendeu que cada Poder exerça suas atribuições dentro dos limites constitucionais: ao Judiciário cabe a aplicação correta da lei; ao Legislativo, a fiscalização do Executivo e do Judiciário; ao Executivo, a execução transparente do orçamento.
Segundo o presidente, a manifestação das entidades empresariais não se dirige contra nenhum dos Poderes, mas em defesa do funcionamento adequado das instituições e do respeito às respectivas competências.
Manifesto à Nação brasileira
O Brasil, como é notório, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro é, precisamente, a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra. Não se trata de ruído passageiro.
Não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade é questionada, tudo o mais se torna incerto: a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a própria paz social.
O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas. Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História. A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas.
A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo!
Cada dia é um dia a mais de descrédito.
O País já venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar.
Ninguém, ninguém está acima da LEI!

O Condo.news, voltado a síndicos e gestores condominiais, registrou o lançamento da campanha e ouviu a diretoria da AELO sobre o papel do planejamento no crescimento das cidades
O Condo.news publicou em 1º de setembro, em reportagem de Luana Clara, o lançamento do Projeto Cidades Planejadas. A iniciativa parte de uma premissa simples: o crescimento das cidades é inevitável, mas a maneira como ele acontece pode ser planejada. A campanha defende que ruas, moradias, áreas verdes, saneamento, mobilidade e equipamentos públicos sejam pensados de forma integrada, para que a expansão urbana resulte em qualidade de vida e desenvolvimento econômico.
Segundo Caio Portugal, presidente da AELO, o desenvolvimento urbano planejado permite antecipar demandas, organizar a ocupação do território e criar condições para que novos bairros se integrem à cidade, em vez de apenas ocuparem os espaços disponíveis. "O futuro das cidades começa nas decisões que tomamos hoje", afirmou. Para ele, a proposta é aproximar das pessoas uma discussão que trata de onde vão morar, como vão se deslocar e onde haverá infraestrutura.
Jorgito Donadelli, diretor institucional da entidade, apontou o contraste entre os dois modelos: o crescimento sem planejamento tende a produzir ocupação inadequada do território, deficiência de infraestrutura, problemas de mobilidade, pressão sobre recursos naturais e expansão de áreas irregulares, enquanto a urbanização formal permite que infraestrutura e ocupação sejam concebidas em conjunto.
A campanha está prevista para dois meses, com possibilidade de ampliação conforme os resultados, e prevê vídeos e peças digitais. O ponto de partida é um vídeo sobre a região da Guarapiranga, usado para discutir a relação entre território, ocupação urbana e planejamento.
Leia a matéria no Condo.news: https://condo.news/noticias-do-mercado/projeto-cidades-planejadas-mostra-como-transformar-o-futuro/

Prêmio do Secovi-SP com a Fiabci-Brasil reuniu mais de 700 convidados e premiou 25 cases. O Hors-Concours foi para o advogado com 50 anos de Direito Imobiliário
A 32ª edição do Prêmio Master Imobiliário reuniu mais de 700 convidados e premiou 25 cases nas categorias Profissional e Empreendimento. Promovida em conjunto pelo Secovi-SP e pela Fiabci-Brasil, presididos respectivamente por Jorge Cury e Flavio Amary, a honraria celebra avanços do setor no atendimento às necessidades imobiliárias da população e no desenvolvimento urbano.
O ponto alto foi a entrega do Hors-Concours ao advogado Marcelo Terra, escolhido por deliberação unânime das diretorias das duas entidades em razão de seus 50 anos dedicados ao Direito Imobiliário. Jorge Cury destacou a projeção do homenageado nos temas de segurança jurídica, estruturação de grandes empreendimentos e construção do Direito Imobiliário moderno no Brasil. Flavio Amary falou em orgulho de homenagear um mestre dedicado ao fortalecimento e à perenidade do setor.
Na ocasião, os dirigentes defenderam segurança jurídica, previsibilidade e compromisso com o equilíbrio fiscal como caminho para reduzir os juros reais, hoje os mais altos do mundo: "Juros elevados são sintomas. A causa é o crescente déficit público", afirmaram.
Leia a coluna no site do Secovi-SP: https://secovi.com.br/secovi-sp-e-fiabci-brasil-reconhecem-excelencia-do-setor/

Estudo do Secovi-SP calcula R$ 81,3 bilhões em lançamentos sob nova análise técnica a partir de 15 de setembro. Concessionária e Decea contestam a dimensão do impacto
Segundo matéria publicada no portal Exame, o Campo de Marte passa a operar sob o regime de voo por instrumentos (IFR) a partir de 15 de setembro, em substituição ao voo visual (VFR). Para viabilizar a mudança, o aeroporto apresentou novo Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo ao Decea, que introduz a chamada Superfície Horizontal Externa — raio de 20 quilômetros a partir do centro da pista para identificação de obstáculos. A regra já vale em aeroportos como Congonhas e Guarulhos, mas, como o Campo de Marte está em cota mais baixa, o teto permitido pelo zoneamento aeronáutico fica mais próximo do solo e alcança mais terrenos.
Segundo estudo do Secovi-SP, 90,7% dos lançamentos realizados na capital entre 2024 e 2025 estariam dentro da área que passa a exigir análise do Comando da Aeronáutica. Para 2026, seriam cerca de 137,7 mil unidades residenciais e R$ 81,3 bilhões em VGV. A entidade estima que a etapa adicional pode acrescentar de três a seis meses ao processo, com custo de carregamento financeiro entre R$ 2,3 bilhões e R$ 2,7 bilhões ao ano — de R$ 31 bilhões a R$ 37 bilhões em dez anos, a valor presente — e VGV não realizado de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões, com déficit potencial de cerca de 110 mil moradias no período. A simulação em 12 terrenos apontou perda média de 40,57 metros de altura construtiva, o equivalente a algo entre sete e 17 pavimentos; num terreno no Tucuruvi, a redução potencial chegou a 90,28 metros.
Rogério Prado, CEO da PAX Aeroportos, concessionária do aeródromo desde 2023, afirmou que o raio de 20 quilômetros consta das exigências do contrato de concessão e da legislação federal, e que não se trata de zona de proibição, mas de superfície de identificação de obstáculos — estar na área significa passar por parâmetro adicional de análise. Projetos que não interfiram nas rampas de pouso e decolagem podem ser aprovados, inclusive pelo efeito sombra de edifícios altos já existentes e de acidentes geográficos como a Serra da Cantareira.
O Decea apresentou números que relativizam o impacto operacional: entre julho e dezembro de 2025, sob o VFR, dos 6.399 pedidos registrados, 12% exigiram análise mais aprofundada; no período de transição, entre dezembro de 2025 e junho de 2026, a proporção foi de 13% sobre 8.187 pedidos. A avaliação do órgão é que a parcela de projetos submetidos a exame complexo permaneceu estável e que estar dentro do raio não implica inviabilidade.
Leia a reportagem completa na Exame: https://exame.com/mercado-imobiliario/nova-operacao-do-campo-de-marte-afeta-r-81-bi-em-lancamentos-diz-secovi-pax-rebate/

Flávio Guerra reúne juro em queda, mais funding habitacional e demanda aquecida para defender que o segundo semestre concentra as melhores condições do ano para quem pretende comprar imóvel
O Diário do Comércio publicou em 10 de setembro artigo de Flávio Guerra, fundador e presidente do Conselho da Associação das Empresas de Loteamento de Minas Gerais (Aelo-MG), vice-presidente de loteamentos do Sinduscon-MG e CEO da Yvaz Inc., defendendo que o segundo semestre de 2026 concentra as melhores condições do ano para quem pretende comprar imóvel.
O argumento se apoia em três movimentos. O primeiro é o juro: com a redução da Selic para 14,25% ao ano em junho, teve início um ciclo de cortes que o mercado projeta levar a taxa para perto de 13,5% até o fim do ano. O segundo é o crédito — segundo o autor, o novo modelo de financiamento habitacional deve injetar cerca de R$ 37 bilhões adicionais, crescimento de 10% nos recursos destinados à casa própria, o equivalente a algo como 50 mil novas unidades. O terceiro é a demanda: 2025 fechou com mais de 453 mil unidades residenciais lançadas no país, alta superior a 10% sobre o ano anterior, com projeção de continuidade em 2026.
A tese do artigo é de tempo, não de preço. Para Guerra, o melhor momento de comprar raramente é aquele em que todos já estão comprando, mas o anterior, quando os fundamentos começam a se alinhar e o entusiasmo ainda não virou disputa. O texto é assinado em caráter pessoal e não expressa posição da AELO.
Leia o artigo no Diário do Comércio: https://diariodocomercio.com.br/opiniao/artigo/2o-semestre-comprar-imovel/

Em encontro no Secovi-SP, Luan Sperandio projetou reeleições em alta, menos fragmentação partidária e uma corrida presidencial sem favorito definido
O Secovi-SP promoveu em 3 de setembro um encontro com Luan Sperandio, diretor de operações do Ranking dos Políticos — think tank não partidário dedicado à avaliação do desempenho parlamentar —, para análise do cenário político e eleitoral de 2026. A abertura coube a Carlos Borges, vice-presidente do Secovi-SP e conselheiro da entidade parceira.
Para a Câmara dos Deputados, Sperandio projetou elevação da taxa histórica de reeleição, puxada pelo volume crescente de emendas parlamentares — hoje com piso de R$ 200 milhões por parlamentar ao longo do mandato. O resultado seria mais continuísmo e menos renovação do que em pleitos anteriores. Ele apontou ainda tendência de redução da fragmentação partidária, efeito de mudanças na legislação eleitoral e da concentração de recursos do fundo eleitoral em poucos partidos, o que tende a fortalecer o Centrão e deslocar levemente a Câmara à direita.
No Senado, a expectativa é de composição mais crítica quanto ao papel do Supremo Tribunal Federal nas grandes decisões econômicas e institucionais, referência a episódios como os julgamentos da reforma trabalhista e da autonomia do Banco Central. Já a disputa presidencial aparece equilibrada, sem favorito nítido, e por isso mais sensível a fatores de curto prazo: "não vence necessariamente quem faz as jogadas mais brilhantes, mas quem comete menos erros não forçados", resumiu.
No debate, Sperandio defendeu que empresas e entidades de classe se antecipem ao processo legislativo, em vez de reagir quando a proposta já está em fase avançada de votação. Citou a elaboração de notas técnicas e o diálogo direto com parlamentares — como faz o Secovi-SP — entre os mecanismos de proteção hoje à disposição do setor produtivo.
Leia a matéria no site do Secovi-SP: https://secovi.com.br/secovi-sp-recebe-analise-de-cenario-politico-e-eleitoral-com-luan-sperandio-do-ranking-dos-politicos/

No julgamento da ADC 80, a Corte fixou faixa de renda para a presunção de insuficiência. Para as empresas, a mudança pede revisão da rotina de contestações
O Supremo Tribunal Federal definiu em 3 de setembro, no julgamento da ADC 80, novos parâmetros para a concessão da gratuidade de Justiça. Pessoas com renda de até R$ 5 mil passam a ter presunção relativa de insuficiência de recursos; acima disso, quem pedir o benefício deverá comprovar que não tem condições de arcar com as despesas do processo. Mesmo abaixo do limite, o juiz poderá negar a gratuidade se identificar patrimônio ou renda familiar incompatíveis com a alegação.
O entendimento alcança todos os ramos do Judiciário, incluindo as Justiças Cível e Trabalhista, e não se aplica ao primeiro grau dos Juizados Especiais. Os novos critérios passam a valer a partir da publicação da ata do julgamento de mérito e incidem apenas sobre processos ajuizados depois desse marco.
A decisão interessa ao setor imobiliário porque a gratuidade é um dos elementos associados ao ajuizamento em massa de ações padronizadas. Danila Oleinik, vice-presidente de Governança Jurídica da Abrainc, observou que a mudança impõe custo a demandas antes ajuizadas com gratuidade concedida de forma mais ampla, e alertou que a verificação não será necessariamente automática: caberá às empresas checar a condição em cada processo e, quando cabível, questioná-la na contestação. A entidade aguarda a publicação do acórdão para avaliar efeitos mais específicos e acompanha outras frentes sobre litigância predatória, entre elas medidas do Judiciário para identificar demandas abusivas e discussões no STJ sobre mecanismos prévios de solução de conflitos.
Leia a íntegra no site da Abrainc: https://www.abrainc.org.br/noticias/stf-muda-criterios-para-justica-gratuita-e-amplia-instrumentos-contra-litigancia-predatoria

Programa do SindusCon-SP com Fiesp, Senai-SP e sindicatos de trabalhadores cria sete trilhas e sete níveis de evolução
Em artigo publicado pelo SindusCon-SP, Rafael Luis Coelho, diretor regional da entidade em São José do Rio Preto, apresentou as Trilhas Profissionais da Construção como resposta à escassez de mão de obra qualificada. O argumento central é que o setor evoluiu tecnologicamente, mas ainda tem dificuldade de atrair jovens e reter profissionais por falta de caminhos claros de ascensão.
Desenvolvido pelo SindusCon-SP em parceria com Fiesp, Senai-SP, Sintracon-SP e Feticom-SP, o programa estabelece sete trilhas de carreira e sete níveis de evolução, definidos por qualificação, experiência e certificação. A formação prevê cursos de seis meses, com competências técnicas, liderança, gestão de equipes e habilidades comportamentais, encerrados com certificação. A proposta inclui ainda a modernização das nomenclaturas das funções — o servente passaria a auxiliar de construtor civil; o pedreiro, a oficial de construção; o encanador, a instalador hidráulico —, com atuação da entidade para atualizar a Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho.
O lançamento ocorreu em 2 de setembro, na Fiesp, e o road show percorre o Estado: São José do Rio Preto recebeu a apresentação em 15 de setembro, no auditório do Senai. O projeto-piloto envolve 10 construtoras e 20 empreiteiras ao longo de 12 meses; consolidado o modelo, a expectativa é levá-lo a todo o país em 2027, por meio da CBIC.
Leia o artigo no site do SindusCon-SP: https://sindusconsp.com.br/opiniao-o-futuro-de-quem-constroi-nossas-cidades/

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