A primeira reunião do Comitê de Desenvolvimento Urbano (CDU) de 2026 está confirmada para a próxima segunda-feira, 16 de março, das 12h30 às 14h30, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo. Se você, associado da AELO, não se inscreveu, ainda pode garantir sua vaga, optando pelo presencial ou pela transmissão simultânea, usando os links enviados pela equipe da nossa sede.
O próximo AELO ON, destacando a cobertura do CDU, vai circular na sexta-feira, dia 20.
O presidente da AELO e vice-presidente do Secovi-SP Caio Portugal, coordenador do CDU, fechou a pauta do encontro.
Na abertura, o próprio Caio (foto) vai discorrer sobre vários assuntos institucionais.
Em seguida, serão apresentados os seguintes temas, com os respectivos responsáveis:
REGULAMENTAÇÃO DA LEI GERAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
Marcos Saes – Diretor de Assuntos do Meio Ambiente da AELO
ANEEL – CONCESSIONÁRIAS / FINANCIAMENTO À PRODUÇÃO
Elias Zitune – Diretor de Assuntos Regionais da AELO
SABESP / ARSESP – CONSULTA PÚBLICA 07/2025
Caio Portugal – Presidente Aelo e Vice-Presidente do Secovi-SP
Marcelo Galdieri – Assessoria para a AELO e o Secovi-SP
REGULAMENTAÇÃO DA REFORMA TRIBUTÁRIA
Caio Portugal – Presidente AELO e Vice-Presidente do Secovi-SP
Pedro Krähenbühl – Diretor Legislativo do Secovi-SP em Brasília
GT SbN - INFRAESTRUTURA VERDE – CETESB
Ruth Portugal – Conselheira da AELO e Coordenadora dos GTs de relacionamento com empresas de saneamento e de energia
GRAPROHAB – “BALANÇO 2025 E AÇÕES DE APRIMORAMENTO”
Lacir Baldusco – Presidente do Graprohab
PESQUISA DE LOTEAMENTOS
Fábio Tadeu Araújo – CEO da Brain
CURSO DE LOTEAMENTOS UNISECOVI 2026
Mariangela Machado – Gestora AELO e Coordenadora do Curso de Loteamentos da Universidade Secovi
APRESENTAÇÕES:
KRONOX – Como reduzir custos de implantação de EEE e aumentar a área vendável em empreendimentos imobiliários
André Vizioli – Diretor Comercial
CUB – Plataforma de Gestão de Carteira
Leonardo Gasparin – Diretor

Uma vez que a AELO, fundada em 24 de fevereiro de 1981, em São Paulo, acaba de completar 45 anos, é de consenso da Diretoria festejar a data com o lançamento de um livro de alto padrão. Optou-se pelo modelo da BB Editora, apresentado à entidade no decorrer de 2025. E cabe ao jornalista Luiz Carlos Ramos, assessor de Comunicação da AELO, coordenar e escrever o livro, um trabalho já em andamento. Está sendo pesquisada a história, com uma seleção de fotos do acervo. Também começaram a chegar depoimentos de dirigentes a respeito da AELO. Hoje, o AELO ON reproduz o texto do empreendedor Sérgio Guimarães Pereira Júnior, que presidiu a AELO nos últimos anos do século 20 e que voltou a visitar a entidade em 2024 e 2025. Luiz Carlos conta com a possível colaboração de outros dirigentes, que deverão escrever suas opiniões e, desde já, lhes agradece.
Inicialmente restrita ao Estado de São Paulo, a AELO cresceu através do tempo, tornando-se entidade de âmbito nacional, com mais de 1.100 empresas associadas de 21 Estados. A linda história de lutas, desde o heroísmo dos dirigentes pioneiros até a chegada aos tempos atuais, será destaque no livro de 120 páginas, com capa dura, formato 27 cm por 27 cm). Aqui está o desenho da capa.

Sérgio Guimarães Pereira Júnior, presidente da AELO de 1997 a 2001, foi um dos primeiros dirigentes a aceitar o convite do jornalista Luiz Carlos Ramos para escrever um depoimento a ser publicado no livro “AELO, 45 anos na luta por melhores cidades. Em sua gestão, a AELO passou a ter sede num prédio da Avenida Paulista, houve aprimoramento da comunicação e foi publicado, em 1998, o livro “Os Novos Bandeirantes”, que relatou a evolução da entidade nas duas primeiras décadas e relembrou situações de parcelamento do solo na cidade de São Paulo nos séculos 19 e 20.
Como associado, Sérgio compareceu às eleições da AELO de 27 de março de 2025 e aparece no lado esquerdo desta foto tirada por Calão Jorge. Ele está junto às advogadas Kelly Durazzo e Renata Castro Neves, do nosso Conselho Jurídico. Ali surgem também diretores, conselheiros e colaboradores da AELO. Sérgio também fez questão de acompanhar, de perto, o 2.º Fórum AELO Estadão, em outubro. E menciona isso no seu texto.
Este é o depoimento de Sérgio Guimarães Pereira, que leva o título de “Os Novos Bandeirantes”:
Há instantes em que o tempo dobra sobre si mesmo: o presente parece repetir um instante que pensei ter deixado para trás; e nisso, descubro que o passado não me abandonou – ele me modela, me lança sementes de esperança, me convida a reescrever. A mesma melodia retorna, mas com outra harmonia – e então percebemos que os ciclos da vida não se repetem: se revelam.
Nesta semana (outubro de 2025), assisti a uma apresentação de Claudio Bernardes, que me transportou de volta a 1986. O tema, como sempre, o de pensar a cidade a partir das pessoas, marca tão característica dele – tratava da experiência de sua empresa na produção de loteamentos populares, essência e DNA do nosso setor. Quase quatro décadas se passaram desde aquela primeira palestra, e lá estava ele, o mesmo Claudio, lúcido e inspirador, verdadeira lenda viva do urbanismo.
As palavras pareciam as mesmas, desafiadoras e instigantes, mas o tempo lhes dera outra textura, outra luz.
Naquele instante, compreendi que a vida se renova quando a experiência encontra o ideal.
Foi movido por esse ideal que, naquela apresentação de 1986, então com 24 anos de idade, sonhei poder um dia presidir a AELO.E esse dia não tardou.
A entidade vivia um tempo em que eram necessárias afirmação e ousadia – um período em que o setor precisava mostrar ao País e à sociedade que o verdadeiro urbanismo não nasce dos gabinetes, mas do chão.
Como bem registra o livro de 1998, Os Novos Bandeirantes são os empreendedores que planejam, sonham e executam a cidade real – aquela onde as famílias constroem suas vidas.
E, embora tantas vezes tenhamos sido rotulados como “especuladores imobiliários”, a história revela o contrário: fomos e continuamos sendo os verdadeiros planejadores urbanos, moldando com responsabilidade e visão o espaço onde o Brasil cresce.
É natural que, com o tempo, as marés mudem.
Houve fases em que a AELO, por pouco, perdeu o rumo, ofuscada por vaidades que confundiram a entidade com propriedade pessoal, criando um vácuo de representatividade e pouca lucidez. Alguns até quiseram escrever a história do setor –curiosamente, sem jamais terem produzido um único metro quadrado de solo urbanizado.
Mas o tempo, com sua ironia silenciosa, sempre recoloca cada coisa em seu devido lugar.
Hoje, sob a liderança de Caio Portugal, a AELO reencontrou serenamente sua voz e sua grandeza.
Caio conduz com equilíbrio e constância – virtudes raras em tempos de pressa – e tem sabido preservar o legado da entidade sem perder de vista a necessidade, sempre viva, da renovação.
Porque, como o próprio tempo ensina, nenhuma instituição deve ter donos, e nenhuma liderança deve se eternizar – para que o novo possa respirar.
Olhando para trás, vejo que percorremos um longo caminho desde aquele longínquo 1981, ano da fundação da AELO.
Como empresário, pude contribuir com mais de 45 mil lotes urbanizados, em seis Estados brasileiros – uma cidade invisível de quase 250 mil habitantes, que hoje habita meu coração. Com orgulho, sou também um “novo bandeirante” como é cada um de nós, que escreve parte da história de tantas cidades.
Como presidente da entidade, mais do que histórias e realizações, fica o gosto de uma experiência que, embora desafiadora, me ensinou sobre escuta, entrega, renúncia e a força do coletivo. Olhando para trás, sigo com a sensação tranquila de ter atendido ao que se pedia naquele momento – e, parafraseando com bom humor a clássica “My Way”, sucesso de Sinatra: “Arrependimentos, tive alguns. Mas, mesmo assim, poucos demais para mencionar”.
Sigo “contando” novos lotes, com a mesma alegria e humildade de quem sabe que cada metro quadrado aprovado é um pequeno gesto de fé no futuro.
O tempo passa, é verdade.
Mas quando olhamos o que ficou, percebemos que ele não leva: ele depura.
E o que permanece é o espírito – esse mesmo espírito bandeirante que nos move a seguir, desbravando não apenas terras, mas ideias, esperanças e horizontes
Porque desenvolver cidades é, no fim das contas, desenvolver pessoas.
E o maior legado que podemos deixar é o de acreditar, sempre, que o amanhã pode ser melhor – e que cabe a nós prepará-lo, um lote de cada vez.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção participou, em 3 de março, da reunião da Coalizão das Frentes Produtivas, organizada pela Frente Parlamentar da Agropecuária. Na pauta, a modernização da jornada de trabalho e o projeto em tramitação no Congresso que trata do fim da escala 6×1.
Representaram a CBIC o vice-presidente de Área de Indústria Imobiliária, Ely Wertheim (fotos), o Relações Institucionais e Governamentais, Luis Henrique Cidade, e o assessor legislativo Carlos Augusto Cunha. Também participou do encontro Pedro Krahenbuhl, diretor do Secovi-SP em Brasília. Na ocasião, foi apresentado o manifesto pela modernização da jornada de trabalho no Brasil, assinado por cerca de 100 confederações, federações patronais e associações setoriais nacionais.
Durante o debate, Ely Wertheim destacou a necessidade de avaliar os impactos práticos da proposta. “Os estudos mostram que mudanças dessa natureza podem gerar efeitos indesejados, como aumento do custo da habitação e redução da renda de trabalhadores A dificuldade do parlamentar, é como comunicar para a sociedade, que algo que o executivo está decidindo, mas que vai ser péssimo para o trabalhador.”, afirmou.


O Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP), que é parceiro da AELO na campanha Lote Legal de combate aos loteamentos clandestinos desde outubro de 2021, destacou em sua coluna semanal de 7 de março, no jornal “Estadão”, importante informação para o setor imobiliário e para o público em geral: “Um novo selo para fortalecer a confiança no mercado imobiliário”.

Este é o texto da coluna do CRECI:
Em um mercado onde a confiança é o principal alicerce das relações de negócio, iniciativas que valorizam a ética e a transparência tornam-se cada vez mais essenciais. É com esse propósito que o CRECI-SP lançou o Selo SP Imóvel + Integridade 2026, uma abordagem que busca reconhecer e destacar empresas e profissionais que adotam práticas responsáveis e comprometidas com a integridade no mercado imobiliário paulista.
A proposta contempla duas categorias: Empresas Imobiliárias (Pessoas Jurídicas) e Corretores de Imóveis (Pessoas Físicas). Ao abranger tanto o ambiente empresarial quanto a atuação individual do corretor, o selo reforça a importância de uma cultura profissional pautada pela governança, pela responsabilidade e pela prevenção de irregularidades, valores que fortalecem a credibilidade do setor perante a sociedade.
Mais do que uma certificação institucional, o Selo SP Imóvel + Integridade representa um compromisso público com as boas práticas do mercado. Para o consumidor, ele funciona como um importante indicador de confiança, sinalizando que o profissional ou a empresa adota princípios claros de ética, transparência e responsabilidade em suas relações comerciais. Em um cenário cada vez mais competitivo, esse reconhecimento se transforma também em um diferencial relevante para quem busca consolidar sua reputação e fortalecer sua presença no mercado.
Podem participar da iniciativa imobiliárias e corretores regularmente inscritos no CRECI-SP e com situação cadastral ativa. O processo tem início com a manifestação de interesse junto ao Conselho e segue para avaliação de um comitê responsável por verificar critérios como regularidade profissional, adoção de práticas de compliance, existência de procedimentos internos de controle e compromisso formal com princípios éticos. Os participantes aprovados recebem o selo e passam a utilizá-lo em seus materiais institucionais, canais de comunicação e ambientes digitais, evidenciando ao público seu compromisso com a integridade.
Diante da receptividade do setor e do interesse crescente pela iniciativa, o CRECISP decidiu prorrogar o prazo de inscrições para o Selo SP Imóvel + Integridade 2026 até abril, ampliando a oportunidade para que mais profissionais e empresas integrem esse movimento em favor de um mercado imobiliário cada vez mais transparente, seguro e confiável.
Mais informações e o regulamento completo estão disponíveis no site www.selointegridade.crecisp.gov.br.
AELO: (11) 3289-1788 www.aelo.com.br
Rua Dr. Bacelar, 1043 – 3º andar
Vila Clementino, São Paulo – SP
CEP: 04026-002
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