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Informativo Periódico

AELO – Boletim Informativo 1.063

Ano 24
Nº 1.063
São Paulo
12/11/2025

AELO participou do grande evento CIMI 360

O Congresso Internacional do Mercado Imobiliário, CMI 360, realizado de 23 a 25 de outubro, no Centro de Eventos do Anhembi, em São Paulo, movimentou o setor imobiliário do País e contou com atrações internacionais. A AELO, convidada a participar do grande evento, esteve representada pelo presidente Caio Portugal, que, no dia 23, foi um dos debatedores do painel “Os impactos da Reforma Tributária e do CIB no mercado imobiliário” (foto).

O painel foi coordenado pelo presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro. 

O Cofeci organizou o CIMI 360, apoiado pelos seus 27 Conselhos Regionais, representando todas as unidades estaduais, entre as quais a de São Paulo (CRECI-SP, parceira da AELO desde 2021 na campanha Lote Legal, de combate aos loteamentos clandestinos.

Além de João Teodoro e Caio Portugal, o painel sobre a Reforma Tributária contou com os seguintes debatedores: Flavio Amary, presidente da FIABCI-Brasil; Heitor Kuser, CEO do CIMI 360; Claudio Ferrer de Souza, superintendente substituto da Receita Federal do Brasil, e Renato Lomonaco, diretor de Assuntos Econômicos da ABRAINC. A mediação ficou com Guilherme Lapo.

Ao fazer sua explanação sobre a Reforma Tributária, Caio Portugal agradeceu aos organizadores do CIMI 360 pelo convite e destacou a importância do trabalho dos corretores de imóveis na comercialização de novos loteamentos. O painel lotou os assentos do grande Auditório Elis Regina, um dos ambientes do Centro de Eventos do Anhembi.

O maior evento imobiliário da América Latina

O CIMI 360 foi apresentado como o maior evento do Mercado Imobiliário da América Latina. De acordo com o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), essa iniciativa foi muito mais do que um congresso: “É uma experiência imersiva de 360 graus, voltada para o desenvolvimento do mercado imobiliário. O evento reúne profissionais, empresas, startups, investidores e entidades do setor para três dias de aprendizado prático, networking estratégico e inovação aplicada.

Com mais de 30 mil m² de área de exposição, o CIMI 360 oferece uma feira com expositores nacionais e internacionais, além de mais de 80 oficinas práticas e 450 horas de conteúdo. A proposta é clara: transformar conhecimento em ação e gerar oportunidades reais de negócios.

A edição deste foi ainda mais impactante, tendo reunido mais de 8 mil participantes de 20 países. No Anhembi, os visitantes acessaram conteúdos como:

  • Transformação digital no mercado imobiliário
  • Inteligência artificial e automação de vendas
  • ESG e sustentabilidade urbana
  • Novos modelos de moradia e urbanismo
  • Marketing imobiliário de alta performance

João Teodoro, presidente do Sistema COFECI-CRECI, disse que o CIMI 360 se consagrou como o maior evento do gênero na América Latina e o segundo maior do mudo, com 32 oficinas temáticas. Compareceram dirigentes e empresários de vários Estados brasileiros e também dos Estados Unidos, Portugal, Argentina e Emirados Árabes Unidos.

O presidente da AELO, Caio Portugal (foto) afirmou que, “em defesa da qualidade do setor imobiliário do Brasil, são muito importantes as trocas de ideias ocorridas num evento do padrão do CIMI 360”.

CRECI-SP amplia presença da fiscalização

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP), publicou, em 8 de novembro, as seguintes notícias no seu boletim no jornal “Estadão”.

O CRECI-SP manteve um ritmo intenso de trabalho durante o mês de outubro, reafirmando seu compromisso com a legalidade e o bom funcionamento do mercado imobiliário paulista. Conforme o Boletim Mensal de Fiscalização, foram emitidos 19.911 documentos no período, abrangendo desde autos de constatação até autuações por exercício ilegal da profissão.

Entre os principais resultados, o Departamento registrou 3.158 ocorrências atendidas, incluindo demandas internas e denúncias encaminhadas ao Conselho. As ações realizadas pelos analistas de conformidade são instrumentos fundamentais para coibir práticas irregulares e assegurar o cumprimento das normas que regem a atividade profissional.

O relatório se soma aos expressivos números alcançados nos dez primeiros meses de 2025. De janeiro a outubro, as equipes identificaram 2.717 pseudocorretores atuando em imobiliárias, escritórios e plantões de vendas, promovendo ações preventivas e corretivas em todo o setor.

Também merecem destaque as mais de 126 mil diligências realizadas em 2.396 cidades no período. Essas visitas têm papel essencial na orientação de profissionais, identificação de irregularidades e combate ao exercício ilegal da profissão, um dos principais focos de atuação do Conselho.

Além disso, a parceria do CRECI-SP com diversos órgãos públicos, como prefeituras, Polícia Militar Ambiental, Secretaria do Meio Ambiente, CETESB e CREA, resultou na realização de 56 operações conjuntas. Essa integração fortalece a fiscalização e amplia o alcance das ações desenvolvidas pelo Conselho.
“A missão institucional do CRECI-SP é zelar pela ética, transparência e valorização da categoria, assegurando que o mercado imobiliário opere com segurança e em conformidade com a legislação vigente”, destacou o presidente José Augusto Viana Neto (foto).

Vale relembrar que acaba de completar quatro anos a parceria entre a AELO e o CRECI-SP para ações conjuntas por meio da campanha Lote Legal, de combate aos loteamentos clandestinos. O acordo foi assinado em outubro de 2021 pelos presidentes do CRECI-SP, José Augusto Viana Neto, e da AELO, Caio Portugal, na sede do CRECI-SP. Viana determinou, então, que todos os corretores filiados ao Conselho nos 645 municípios paulistas viessem a ampliar a atenção diante do risco de serem procurados por representantes de empreendimentos ilegais.

Itupeva passa a ter delegacia da AELO

A AELO passou a ter mais uma Delegacia Regional no Interior paulista: no município de Itupeva, a 80 quilômetros de São Paulo. Por meio de Resolução Administrativa assinada pelo presidente Caio Portugal na semana passada, está criada a Delegacia de Itupeva e, consequentemente, Kleberson Renato da Silva, da empresa Habitar Engenharia e Construções Ltda., fica nomeado delegado Regional naquele município.

Itupeva (foto), município de aproximadamente 75 mil habitantes, e as vizinhas Cabreúva, Jundiaí, Louveira, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista e Jarinu formam a Região Metropolitana de Jundiaí. 

Juros de 15% preocupam nosso setor 

A decisão anunciada em 5 de novembro pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa básica de juros em 15% ampliou a preocupação do setor imobiliário e quanto ao futuro dos negócios. O Copom justificou a decisão pela persistência da inflação de serviços e pela necessidade de ancorar expectativas. Mas a persistência da taxa básica de juros em patamar elevado ameaça frear investimentos na construção, comprometendo novos lançamentos imobiliários e a geração de empregos, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), à qual a AELO é filiada.

O presidente da CBIC, Renato Correia, explica: “A construção é um dos setores mais sensíveis ao custo do crédito e à confiança do consumidor. Uma Selic de 15% por um ciclo longo traz desafios, porque o setor depende de financiamento de longo prazo, e esse custo torna muitos projetos inviáveis”.

No final de outubro, a CBIC revisou de 2,3% para 1,3% a projeção de crescimento do setor em 2025. A retificação reflete os efeitos do ciclo prolongado de juros altos, que tem limitado o ritmo das atividades da construção. O PIB do setor recuou 0,6% no primeiro trimestre e 0,2% no segundo, na comparação com os períodos imediatamente anteriores.

“O setor da construção gera emprego e renda. Manter os juros nesse nível por muito tempo é apostar numa desaceleração prolongada da economia real”, argumenta Correia.

Ieda Vasconcelos, economista da CBIC, comenta que a expectativa é que a Selic se mantenha nesse nível também na próxima reunião do colegiado, que acontecerá em 9 e 10 de dezembro. “Tudo indica que o tão aguardado ciclo de queda dos juros poderá ter início somente a partir de meados de 2026”.

 

Secovi-SP defende preservação do FGTS 

Em setembro de 2026, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) completou 60 anos, consolidando-se como instrumento de importantes políticas públicas., ressalta o Secovi-SP em seu boletim semanal no jornal “Estadão”.

Este é o texto:

O FGTS equilibra a segurança do trabalhador com a capacidade de investimento do país, e é indispensável para a superação de problemas sociais e econômicos.

Além da proteção em casos de demissão sem justa causa ou momentos de vulnerabilidade, os depósitos, corrigidos e com juros, representam um capital acumulado que contribui para o patrimônio individual do trabalhador ao longo de sua vida profissional.

É em função disso que milhões de famílias brasileiras conseguiram e estão conseguindo realizar o sonho da moradia, haja vista que os recursos do FGTS têm destinação específica: habitação, saneamento básico e infraestrutura, todos estes essenciais à qualidade de vida.

O FGTS não se limita ao indivíduo ou à moradia. É um fundo estruturante que impulsiona o desenvolvimento econômico. Injeta bilhões de reais diretamente na cadeia da construção civil e imobiliária, gerando emprego e renda; e sustenta a maior política social de habitação – o Minha Casa, Minha Vida. Graças ao programa, no ano passado, o Brasil registrou o menor déficit habitacional da história.

Diante de tantos benefícios à população, o Secovi-SP segue trabalhando para evitar o uso dos recursos do FGTS para outras finalidades. As necessidades são muitas, mas, certamente, nenhuma delas supera a dignidade que apenas um lar pode oferecer às famílias.

Inteligência Artificial e o futuro das cidades

“Inteligência Artificial moldando o futuro das cidades” é o título do artigo do engenheiro e empresário Claudio Bernardes, publicado em 30 de outubro no jornal “Folha de S. Paulo”. Bernardes, diretor da empresa Ingaí, ex-presidente do Secovi-SP e membro do Conselho Consultivo da AELO, aparece no lado direito desta foto tirada, em 6 de outubro, por Calão Jorge, durante o primeiro painel do 2.º Fórum AELO Estadão de Loteamentos Urbanos. Da esquerda para a direita surgem o mediador Circe Bonadelli e os painelistas Lair Krähenbühl, diretor da empresa Consurb; Caio Portugal, presidente da AELO, Antonio Carlos da Costa, presidente do Secovi-Goiás, e Claudio Bernardes.

 

Aqui está o artigo de Claudio Bernardes sobre Inteligência Artificial:

 

A inteligência artificial, com a sua capacidade de analisar enormes conjuntos de dados, identificar padrões e gerar modelos preditivos, emerge como uma força transformadora no planejamento urbano. Permite que as cidades não só reajam aos problemas atuais, mas também antecipem as necessidades futuras, criando ambientes urbanos mais sustentáveis, inclusivos e resilientes.

Dentro dos próprios sistemas de IA, diferentes componentes, como algoritmos de aprendizagem, módulos de processamento de dados e os modelos de decisão, podem interagir continuamente, adaptando-se uns aos outros e evoluindo com base em novos dados e mudanças nos ambientes urbanos. Esta adaptabilidade é crucial para compreender e prever os complexos comportamentos não lineares presentes em sistemas urbanos. Os modelos de IA devem evoluir para usar dados simulados ou obtidos em tempo real, para adaptar-se às complexidades do mundo real nos ambientes urbanos, levando, em última análise, a medidas mais eficazes e equitativas.

Planejadores urbanos, membros da comunidade e empreendedores imobiliários muitas vezes interagem por meio de eventos públicos, consultas ou processos colaborativos de tomada de decisão. Essas interações moldam propostas urbanísticas, que podem promover o entendimento compartilhado, alinhando objetivos ou até mesmo criando conflitos. Quando a IA é integrada nesse processo, acrescenta-se outra camada de complexidade, mas torna-se ampliada a probabilidade do entendimento baseado em evidências.

A IA desempenhará um papel crucial no monitoramento ambiental e na sustentabilidade. Através de modelos de aprendizagem automática, as cidades podem monitorar a qualidade do ar, o consumo de energia e a geração de resíduos com uma precisão sem precedentes.

Uma das aplicações mais impactantes da IA no planejamento urbano reside nos sistemas de mobilidade e transporte. Ao integrar dados em tempo real de sensores, dispositivos GPS e câmeras de trânsito, os algoritmos de IA podem otimizar o fluxo de tráfego, reduzir congestionamentos e minimizar as emissões de carbono.

Outra área promissora é a gestão do uso do solo. Modelos de IA podem analisar tendências demográficas, indicadores econômicos e dados habitacionais para prever e planejar o desenvolvimento da cidade. Estratégias de zoneamento inteligente, orientadas por IA, podem equilibrar espaços residenciais, comerciais e recreativos, garantindo que as cidades cresçam de forma mais equitativa e organizada.

Os modelos de IA podem ainda melhorar a segurança pública. As ferramentas de policiamento preditivo podem identificar áreas de alto risco, enquanto os sistemas de vigilância alimentados por IA detectam padrões incomuns para prevenir crimes ou acidentes. Estas aplicações tornam as áreas urbanas mais seguras e mais resilientes face às ameaças naturais e de origem humana.

Embora atualmente limitadas a tarefas específicas, as ferramentas de IA estão se desenvolvendo rapidamente, possuindo um potencial extraordinário para melhorar processos de planejamento e abordar questões urbanas complexas.

A IA veio para ficar. O desenvolvimento tecnológico irá continuar, as ferramentas terão maiores capacidades e confiabilidade, e se tornarão cada vez mais presentes em atividades pessoais e profissionais. Mas a capacidade da IA para nos ajudar a desenvolver cidades melhores dependerá de como estruturar seu desenvolvimento e projetar a sua utilização. Por outro lado, especialistas afirmam que é necessário estar ciente de que a inteligência artificial tem limitações, que devem ser examinadas e compreendidas de maneira bastante abrangente se quisermos utilizá-la de forma eficiente para moldar o futuro das nossas cidades.

Artigo: “PPP, pilar no cuidado ambiental” 

O AELO ON reproduz, a seguir, o artigo “A Parceria Público Privada como pilar no cuidado ambiental”, escrito pela advogada Lívia Santos, que liga o tema à realização da COP-30.

Em período de COP-30, em que os olhos do mundo se voltam para as discussões climáticas que estão acontecendo no Brasil, é válido lembrar que preservação do meio ambiente não é responsabilidade exclusiva de governos ou grandes organizações; é um desafio sistêmico que exige a colaboração entre cidadãos, empresas e gestões públicas. 

A inércia individual e setorial custa caro, e não há mais tempo para a passividade. A perspectiva ambiental da ONU, que pauta discussões globais como a conferência do clima, que acontece em Belém-PA, reitera que a cooperação é fundamental para um futuro sustentável.

Eventos como este estabelecem metas ambiciosas, mas a verdadeira mudança acontece nas bases, através das micro ações diárias de cada um.

Se por um lado temos os cidadãos como principais afetados pelas alterações do efeito estufa e o aquecimento global, é através deles que temos como implementar ações como a separação correta de resíduos para reciclagem, redução do consumo de água e energia, e a escolha por transportes menos poluentes, que isoladamente parecem pequenas, mas em conjunto, geram um impacto positivo imensurável. A participação social também garante que as políticas públicas sejam justas e atendam às necessidades reais das comunidades.

O setor privado tem a capacidade de inovar e adotar práticas sustentáveis em toda a cadeia de produção. Investir em tecnologias limpas, programas de reciclagem, reflorestamento e responsabilidade social não é apenas uma questão ética, mas um diferencial competitivo em um mercado cada vez mais consciente.

E para compor a tríade, os governos são elementares, devendo atuar como agentes catalisadores dessas boas práticas, criando políticas públicas eficientes, fiscalizando o cumprimento das leis ambientais e oferecendo incentivos para a sustentabilidade. A gestão ambiental pública eficiente identifica desperdícios e otimiza recursos, garantindo a proteção dos ecossistemas para as gerações presentes e futuras.

A COP 30, ao ocorrer na Amazônia, destaca a urgência de proteger biomas vitais e valorizar a bioeconomia, unindo desenvolvimento econômico, social e conservação. O sucesso desse e de outros eventos depende da capacidade de mobilizar todos os setores da sociedade, transformando o discurso global em ação local.

A parceria entre a sociedade civil, o setor privado e o poder público, impulsionada por micro ações conscientes, é a única via para enfrentar a crise climática. A responsabilidade é compartilhada e a ação conjunta é inegociável para garantir a sobrevivência e o bem-estar no planeta.

Lívia Santos, autora deste artigo, é advogada, fundadora de escritório especializado em mercado imobiliário, teve passagem pelo serviço público, atuando na gerência geral da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e da Mulher de Caruaru, em Pernambuco, na gestão Rodrigo Pinheiro. Atualmente, é vice-presidente a Comissão de Direito Imobiliário da OAB-PE, e atua na coordenação nacional do grupo de mulheres do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário (IBRADIM), além de ser árbitra em matéria imobiliária e condominial pelo Centro de Soluções Jurídicas Extrajudiciais (CSE/RJ).

Revista do Instituto de Engenharia

O Instituto de Engenharia, com sede em São Paulo, acaba de lançar a edição n.º 665 da Revista Engenharia, importante fonte de conhecimento e referência de publicação técnica e isenta na Engenharia Nacional. A AELO é parceira do Instituto de Engenharia.

A edição da Revista está disponível no site www.institutodeengenharia.org.br

O destaque da capa da edição é: “Segurança energética, o Brasil precisa equilibrar investimento em energias renováveis e novas fronteiras de O&G para garantir independência energética” (foto).

Outros temas: a Palavra do Presidente, entrevista com Wagner Victer, CEO Advisor da Petrobras, que alerta para a urgência de novas fronteiras de exploração de O&G no Brasil; o ex-secretário de Energia do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles, defende planejamento estratégico da produção do gás, petróleo e renováveis para suprir a demanda de energia.

AELO: (11) 3289-1788        www.aelo.com.br

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