{"id":16779,"date":"2024-07-16T16:15:33","date_gmt":"2024-07-16T19:15:33","guid":{"rendered":"https:\/\/aelo.com.br\/edicoes-anteriores\/?page_id=16779"},"modified":"2024-07-16T16:15:33","modified_gmt":"2024-07-16T19:15:33","slug":"boletim-online-974","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/aelo.com.br\/edicoes-anteriores\/boletim-online-974\/","title":{"rendered":"Boletim Online 974"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #0e5537;\">Aelo On<\/span><\/strong><\/h1>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>Informativo Peri\u00f3dico<\/strong><\/h3>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Ano 23\u2013 N.\u00ba 974<\/strong><\/h2>\n<h3 style=\"text-align: center;\">S\u00e3o Paulo, 08 de Fevereiro de 2024<\/h3>\n<p class=\"p1\">Dentro de 16 dias, a AELO estar\u00e1 completando 43 anos. Fundada em S\u00e3o Paulo, em 24 de fevereiro de 1981, a entidade logo atraiu empresas de todas as regi\u00f5es do Interior paulista e seguiu em constante expans\u00e3o. Respeitada em todo o Pa\u00eds, a AELO agora concentra mais de 1.100 empresas associadas, em 21 Estados. O crescimento tem tudo a ver com nossas vit\u00f3rias em defesa da atividade de loteamentos e desenvolvimento urbano, algo que se faz por meio de um trabalho em equipe. E isso se deve a uma sequ\u00eancia de gest\u00f5es, desde os dirigentes pioneiros, como ressalta o presidente Caio Portugal.<\/p>\n<p class=\"p1\">Nesta edi\u00e7\u00e3o do boletim semanal AELO ON, iniciamos uma s\u00e9rie de textos para mostrar as novidades que coincidem com o 43.\u00ba anivers\u00e1rio da entidade.<\/p>\n<p class=\"p1\">Est\u00e1 avan\u00e7ando, por exemplo, o projeto para a realiza\u00e7\u00e3o, em mar\u00e7o, do 1.\u00ba F\u00f3rum Nacional de Desenvolvimento Urbano, uma parceria da AELO com o jornal \u201cEstad\u00e3o\u201d, conforme destacou a edi\u00e7\u00e3o anterior do boletim. E a campanha Lote Legal, lan\u00e7ada em 2021 pela AELO, sob apoio de importantes institui\u00e7\u00f5es e prefeituras, vai se ampliando. Agora, chegou o momento de ser lan\u00e7ado o site da AELO na internet.<\/p>\n<p class=\"p1\">A ag\u00eancia 6P de Marketing e Propaganda, que se tornou parceira da AELO em junho de 2023, vai contribuindo para o novo ciclo de evolu\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o da nossa entidade. Vem a\u00ed o novo site. E, junto com ele, uma renova\u00e7\u00e3o do material de divulga\u00e7\u00e3o da campanha Lote Legal, de combate aos loteamentos clandestinos.<\/p>\n<p class=\"p1\">Uma ocorrida em 21 de junho, na sede da 6P, em Ribeir\u00e3o Preto, ampliou o di\u00e1logo entre a AELO e a ag\u00eancia, definindo prioridades para o segundo semestre de 2023 e para o decorrer de 2024.<\/p>\n<p class=\"p1\">O presidente da AELO, Caio Portugal, havia indicado o diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais, Jorgito Donadelli, para ser a voz da entidade junto \u00e0 6P com vistas \u00e0s mudan\u00e7as que seriam executadas pelas duas partes. Caio e Jorgito solicitaram ao assessor de Comunica\u00e7\u00e3o da AELO, jornalista Luiz Carlos Ramos, que tamb\u00e9m viajasse a Ribeir\u00e3o Preto para participar da reuni\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p1\">Num ambiente de cordialidade e produtividade, o encontro gerou resultados positivos. A delega\u00e7\u00e3o da AELO foi recebida na 6P por Daniel Malus\u00e1 Gon\u00e7alves, CEO da ag\u00eancia; Eduardo Costa Cesar, head da equipe de atendimento e novos neg\u00f3cios da 6P, e Luciene Francisco, respons\u00e1vel pela carteira imobili\u00e1ria da ag\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"p1\">A foto, tirada por Luiz Carlos Ramos, mostra o momento em que Daniel Malus\u00e1 Gon\u00e7alves, \u00e0 direita, falava do entusiasmo da 6P por ter sido escolhida para ser parceira da AELO. Ele explicou que, ent\u00e3o, a ag\u00eancia j\u00e1 tinha grande experi\u00eancia em projetos para empresas do setor imobili\u00e1rio e que sabia da evolu\u00e7\u00e3o da AELO.<\/p>\n<p class=\"p1\">A c\u00fapula da 6P \u00e9 integrada por quatro s\u00f3cios, entre os quais Daniel. \u00c0 esquerda, na foto, aparecem os dois profissionais diretamente encarregados da miss\u00e3o junto \u00e0 AELO: Eduardo Costa Cesar, head da equipe de atendimento e novos neg\u00f3cios da 6P, e Luciene Francisco, respons\u00e1vel pela carteira imobili\u00e1ria da ag\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"p1\">Jorgito Donadelli \u2013 ao lado de Daniel na foto \u2013 relatou \u00e0 6P as prioridades da Diretoria da AELO quanto \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o e o marketing, e manifestou a certeza de que a ag\u00eancia desenvolver\u00e1 um trabalho de alto n\u00edvel, em sintomia com os objetivos da entidade e com o material jornal\u00edstico produzido pela nossa Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"p1\">Por sua vez, Luiz Carlos Ramos, com experi\u00eancia de quatro d\u00e9cadas em grandes jornais e de 22 anos como assessor de Comunica\u00e7\u00e3o da AELO, manifestou otimismo quanto \u00e0s etapas da parceria com a 6P.<\/p>\n<p class=\"p1\">O novo site \u00e9 resultado de um trabalho em equipe. E o di\u00e1logo est\u00e1 sempre presente.<\/p>\n<p class=\"p1\">Na 6P, em Ribeir\u00e3o Preto, h\u00e1 um time de especialistas criativos, comandado por Eduardo Cesar e Luciene Francisco. Na AELO, em S\u00e3o Paulo, s\u00e3o providenciadas informa\u00e7\u00f5es esse importante canal de divulga\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do diretor Jorgito Donadelli, essa miss\u00e3o conta com os jornalistas Luiz Carlos Ramos e Cal\u00e3o Jorge, com os gestores Mariangela Machado e Marcio Pascholati e com o din\u00e2mico trio da sede \u2013 S\u00f4nia Dias, Andr\u00e9a Leite e Eduardo Zorzenoni. Com frequ\u00eancia, \u00e9 consultado o presidente Caio Portugal e, conforme o tema, s\u00e3o ouvidos outros diretores da AELO. O importante \u00e9 chegarmos a um site que, de fato, represente o atual perfil da entidade.<\/p>\n<p class=\"p1\">Na semana passada, por exemplo, houve esfor\u00e7o concentrado para se definir tr\u00eas listas: a das Regionais da nossa AELO no Estado de S\u00e3o Paulo; a de AELOs aut\u00f4nomas de outras regi\u00f5es e de outros Estados, e a das institui\u00e7\u00f5es parceiras, como CBIC, Secovi-SP, SindusCon-SP, \u00f3rg\u00e3os governamentais e prefeituras.<\/p>\n<p class=\"p1\">O jornal \u201cO Estado de S. Paulo\u201d, um dos mais tradicionais e mais respeitados do Pa\u00eds, conhecido como \u201cEstad\u00e3o\u201d, publicou, nos \u00faltimos dias, tr\u00eas editoriais com interessantes reflex\u00f5es em torno de importantes fatos da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p class=\"p1\">Na edi\u00e7\u00e3o de 29 de janeiro, o editorial \u201cO poder de uma sociedade unida\u201d ressaltou:<b> \u201c<\/b>35 anos da volta das diretas para presidente e 30 anos do real servem para lembrar que brasileiros s\u00e3o capazes de feitos extraordin\u00e1rios quando se unem em torno de objetivos comuns\u201d. E a polariza\u00e7\u00e3o, atual caracter\u00edstica da pol\u00edtica do Brasil, foi criticada.<\/p>\n<p class=\"p1\">Em 3 de fevereiro, o editorial principal do \u201cEstad\u00e3o\u201d focalizou mais uma decis\u00e3o do ministro Dias Toffoli contra a Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, em nome do Supremo Tribunal Federal. \u201cO STF insulta os brasileiros\u201d \u00e9 o t\u00edtulo do texto da p\u00e1gina 3.<\/p>\n<p class=\"p1\">Na edi\u00e7\u00e3o de 1.\u00ba de fevereiro, houve uma exce\u00e7\u00e3o: o presidente Lula, constantemente criticado, recebeu elogios do jornal, juntamente com seu advers\u00e1rio pol\u00edtico Tarc\u00edsio de Freitas, governador de S\u00e3o Paulo. T\u00edtulo do editorial: \u201cO valor do di\u00e1logo pol\u00edtico\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\">O boletim AELO ON, respeitando a posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica de cada leitor, sugere uma reflex\u00e3o em torno dos tr\u00eas textos, aqui reproduzidos, sob o refor\u00e7o da bandeira nacional, a bandeira de todos os brasileiros.<\/p>\n<p class=\"p1\">Como n\u00e3o poderia deixar de ser, o \u201cEstad\u00e3o\u201d dedicou seu principal editorial da edi\u00e7\u00e3o de s\u00e1bado, 3 de fevereiro, a mais uma decis\u00e3o monocr\u00e1tica do ministro Dias Toffoli, anunciada na v\u00e9spera: a suspens\u00e3o do pagamento das parcelas da multa da empreiteira Odebrecht (atual Novonor) acertadas nos acordos de leni\u00eancia assinados no \u00e2mbito da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato. Sob o t\u00edtulo \u201cO STF insulta os brasileiros\u201d, o jornal destaca: <b>\u201c<\/b>O Supremo parece se esfor\u00e7ar para convencer os cidad\u00e3os de que o monumental esquema de corrup\u00e7\u00e3o envolvendo empreiteiras nos governos do PT n\u00e3o passou de um del\u00edrio de todo um pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\">O AELO ON reproduz o contundente editorial, decis\u00e3o apoiada pelo presidente da AELO, Caio Portugal, que elogiou o texto. A Lava Jato foi a maior opera\u00e7\u00e3o de combate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria do Brasil, tendo ocupado as manchetes da m\u00eddia nacional de 2014 a 2018, com repercuss\u00e3o em v\u00e1rios pa\u00edses. Os acontecimentos est\u00e3o em dois livros sobre a hist\u00f3ria da Odebrecht e os esc\u00e2ndalos.<\/p>\n<p class=\"p2\">Em 27 de novembro de 2017, foi lan\u00e7ado o livro \u201cGl\u00f3ria, Queda, Futuro \u2013 Odebrecht, Hist\u00f3rias de uma empresa que foi longe demais\u201d, da Editora Novo S\u00e9culo, escrito pelo jornalista Luiz Carlos Ramos, autor de sete outros livros. A capa \u00e9 aqui reproduzida.<\/p>\n<p class=\"p1\">Ao longo de 340 p\u00e1ginas, Luiz Carlos relata detalhes da Odebrecht, desde a funda\u00e7\u00e3o, em 1944; comenta o not\u00e1vel crescimento e mostra a chegada \u00e0 grande crise. A Lava Jato e as decis\u00f5es da Justi\u00e7a, retratadas no livro com base no notici\u00e1rio da imprensa, n\u00e3o passam de fic\u00e7\u00e3o, na vis\u00e3o de Toffoli.<\/p>\n<p class=\"p1\">Em 20 de novembro de 2020, a experiente jornalista Malu Gaspar lan\u00e7ou, pela Editora Companhia das Letras, um livro de f\u00f4lego, de 987 p\u00e1ginas, com in\u00fameras entrevistas, sob o t\u00edtulo \u201cA Organiza\u00e7\u00e3o: A Odebrecht e o esquema de corrup\u00e7\u00e3o que chocou o mundo\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\">Este \u00e9 o editorial do \u201cEstad\u00e3o\u201d de 3 de fevereiro, \u201cO STF insulta os brasileiros\u201d:<\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>No que depender do Supremo Tribunal Federal (STF), em particular do ministro Dias Toffoli, falta muito pouco para que milh\u00f5es de brasileiros passem a acreditar que, talvez, no auge da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, tenham vivido uma esp\u00e9cie de surto coletivo. Tudo o que viram, leram e ouviram a respeito do monumental esquema de corrup\u00e7\u00e3o envolvendo as maiores empreiteiras do Pa\u00eds durante os governos do PT, a despeito das in\u00fameras provas fornecidas pelos pr\u00f3prios acusados, aceitas como perfeitamente v\u00e1lidas em todas as inst\u00e2ncias judiciais ao longo de anos, simplesmente n\u00e3o aconteceu \u2013 e, pior, que as empresas envolvidas foram v\u00edtimas de uma s\u00f3rdida conspira\u00e7\u00e3o da Lava Jato.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>Em setembro do ano passado, o ministro Dias Toffoli decidiu liminarmente anular todas as provas que consubstanciaram o acordo de leni\u00eancia da Odebrecht, hoje rebatizada como Novonor. Como dissemos nesta p\u00e1gina na ocasi\u00e3o, o despacho com tintas imperiais \u201cfoi uma decis\u00e3o exagerada e desequilibrada que, numa s\u00f3 canetada, colocou abaixo o trabalho de anos de v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es estatais\u201d. Quase tr\u00eas meses depois, o mesmo Dias Toffoli voltou a apor sua pena sobre o papel em que decidiu reescrever a hist\u00f3ria recente do Pa\u00eds. Com mais uma infeliz canetada, o ministro, aproveitando o recesso de fim de ano do Poder Judici\u00e1rio, suspendeu o pagamento da multa de R$ 10,3 bilh\u00f5es prevista no acordo de leni\u00eancia firmado entre a J&amp;F e as autoridades brasileiras.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>Dias Toffoli parece seguir impar\u00e1vel no que se revela como uma autoatribu\u00edda miss\u00e3o de mostrar \u00e0 sociedade que as investiga\u00e7\u00f5es da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, as revela\u00e7\u00f5es da imprensa profissional e as confiss\u00f5es de centenas de executivos envolvidos em tramoias com agentes p\u00fablicos \u2013 sem falar na extraordin\u00e1ria soma em dinheiro que tiveram de devolver ao er\u00e1rio \u2013 n\u00e3o passaram de uma conspira\u00e7\u00e3o urdida nos corredores do Poder Judici\u00e1rio e do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal em Curitiba. Na quinta-feira passada, foi a vez de o ministro suspender o pagamento da multa de R$ 6,8 bilh\u00f5es da Odebrecht (em valores corrigidos), sob quase os mesmos argumentos que o levaram a decidir favoravelmente ao pleito da J&amp;F. Dias Toffoli foi convencido pela equipe de defesa da Odebrecht de que seus executivos teriam sofrido \u201cchantagem institucional\u201d para assumir a autoria dos crimes e firmar os acordos de leni\u00eancia.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>\u00c9 curiosa, para dizer o m\u00ednimo, a interpreta\u00e7\u00e3o ex\u00f3tica que o ministro Dias Toffoli faz da suposta coa\u00e7\u00e3o, ou \u201cchantagem\u201d, de que teriam sido v\u00edtimas os executivos da Odebrecht. Em primeiro lugar, s\u00e3o necess\u00e1rias doses generosas de candura ou boa vontade para acreditar que uma das maiores empresas privadas do Pa\u00eds, assessorada, portanto, por uma equipe de advogados de primeira linha, poderia ser for\u00e7ada a assinar o que quer que fosse. Ademais, que constrangimento ilegal ou abuso de autoridade seriam esses que, ora vejam, s\u00f3 serviriam para sustar os \u00f4nus do acordo de leni\u00eancia, mantendo \u00edntegros os b\u00f4nus do pacto? N\u00e3o faz sentido.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>Se firmados \u00e0 for\u00e7a, sob chantagem, todos os acordos devem ser anulados em seus termos, inclusive os que beneficiam as empreiteiras, como a possibilidade de voltar a participar de licita\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e o fim do acordo de n\u00e3o persecu\u00e7\u00e3o criminal. No limite, que os processos voltem \u00e0 estaca zero, os erros cometidos pela for\u00e7a-tarefa da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato sejam saneados e os implicados voltem a responder por seus atos.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>Tudo \u00e9 ainda mais estupefaciente quando se observa que, at\u00e9 hoje, nenhuma das decis\u00f5es monocr\u00e1ticas do ministro Dias Toffoli sobre os acordos de leni\u00eancia foi submetida ao crivo do plen\u00e1rio do Supremo. Ocioso esperar que seus pares cassem essas liminares, algo que raramente acontece na Corte. Mas os outros dez ministros poderiam ao menos dar um sinal \u00e0 sociedade de que o Supremo ainda \u00e9 um tribunal colegiado, como diz a Constitui\u00e7\u00e3o.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>Na abertura do ano Judici\u00e1rio, no dia 1.\u00ba passado, o presidente do STF, Lu\u00eds Roberto Barroso, comemorou o fato de que \u201cas institui\u00e7\u00f5es funcionam na mais plena normalidade\u201d hoje. Resta a pergunta: para quem?<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\">O editorial \u201cO poder de uma sociedade unida\u201d, publicado pelo \u201cEstad\u00e3o\u201d em 29 de janeiro, analisa o panorama atual da pol\u00edtica brasileira e relembra outras \u00e9pocas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>O AELO ON, ao reproduzir o texto, publica um mapa do Brasil em que Bras\u00edlia est\u00e1 unida a todas as capitais estaduais, tudo a ver com o jogo do poder: neste ano, as elei\u00e7\u00f5es municipais ser\u00e3o usadas como laborat\u00f3rio com vistas \u00e0s elei\u00e7\u00f5es de 2026 para presidente da Rep\u00fablica, governadores e cadeiras do Congresso Nacional.<\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>Em 2024, completam-se 35 anos da retomada das elei\u00e7\u00f5es diretas para o cargo de presidente da Rep\u00fablica no Pa\u00eds e 30 anos do Plano Real. Ambos os marcos hist\u00f3ricos revelam, inequivocamente, que a sociedade brasileira \u00e9 capaz de feitos extraordin\u00e1rios quando decide se unir em torno de prop\u00f3sitos comuns; quando \u00e9 capaz de reconhecer que h\u00e1 quest\u00f5es de interesse nacional que se imp\u00f5em \u00e0s diferen\u00e7as pol\u00edtico-ideol\u00f3gicas que possa haver entre os cidad\u00e3os \u2013 de resto um atributo pr\u00f3prio de qualquer democracia vibrante.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>Essa uni\u00e3o dos cidad\u00e3os para reaver um direito pol\u00edtico elementar e recuperar o valor de sua moeda, com o fim da hiperinfla\u00e7\u00e3o, n\u00e3o surgiu por gera\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea nem de longe foi obra do acaso. Tampouco derivou de diferen\u00e7as essenciais entre o povo brasileiro de ent\u00e3o \u2013 meados das d\u00e9cadas de 1980 e 1990, respectivamente \u2013 e o de hoje. O povo brasileiro segue o mesmo, com todas as suas pot\u00eancias e limita\u00e7\u00f5es.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>O que, ent\u00e3o, houve de diferente na mobiliza\u00e7\u00e3o da sociedade para superar um dos \u00faltimos resqu\u00edcios da ditadura militar e para derrotar a infla\u00e7\u00e3o que havia d\u00e9cadas corro\u00eda a renda dos brasileiros, ampliava desigualdades e, como se n\u00e3o bastasse, desviava a aten\u00e7\u00e3o da Na\u00e7\u00e3o de outras quest\u00f5es t\u00e3o ou mais graves? A resposta \u00e9 simples: l\u00edderes pol\u00edticos \u00e0 altura dos desafios de seu tempo.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>A redemocratiza\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds e, consequentemente, a retomada do direito de voto direto para a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica decorreram de um longo processo de negocia\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e engajamento social que decerto teria outro desfecho n\u00e3o fossem a lideran\u00e7a e o esp\u00edrito p\u00fablico de Tancredo Neves, Ulysses Guimar\u00e3es, Andr\u00e9 Franco Montoro e Fernando Henrique Cardoso, entre outros, \u00e0quela \u00e9poca.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>De igual modo, o Brasil dificilmente teria vencido a hiperinfla\u00e7\u00e3o sem que Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso tivessem a vis\u00e3o digna de estadistas de que aquele problema obstava o enfrentamento de todos os outros. E n\u00e3o s\u00f3: sem que ambos os presidentes tivessem sido capazes de montar uma equipe altamente qualificada, dadas as credenciais t\u00e9cnicas e republicanas de seus membros, para auxili\u00e1-los naquela faina. Destaca-se, por fim, a capacidade de comunica\u00e7\u00e3o de Fernando Henrique para dialogar com todos os cidad\u00e3os em termos compreens\u00edveis, a fim de dar-lhes a dimens\u00e3o do desafio a ser enfrentado e dos sacrif\u00edcios que haveriam de ser feitos em nome daquele objetivo coletivo.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>As elei\u00e7\u00f5es indiretas e a hiperinfla\u00e7\u00e3o ficaram para tr\u00e1s e, neste ano, a sociedade tem raz\u00f5es de sobra para celebrar ambas as conquistas: h\u00e1 elei\u00e7\u00f5es livres e peri\u00f3dicas no Pa\u00eds e a infla\u00e7\u00e3o j\u00e1 n\u00e3o assombra os brasileiros como h\u00e1 mais de tr\u00eas d\u00e9cadas. Isso n\u00e3o significa, por \u00f3bvio, que n\u00e3o haja desafios t\u00e3o ou mais prementes do que aqueles a demandar, hoje, a aten\u00e7\u00e3o coletiva. Desigualdades persistem em n\u00edveis obscenos, malgrado avan\u00e7os pontuais nos \u00faltimos anos. A educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica segue negligenciada, em particular o ensino b\u00e1sico. O medo da viol\u00eancia paralisa quase todos os brasileiros. A lista \u00e9 longa.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>O que parece n\u00e3o haver mais s\u00e3o estadistas imbu\u00eddos de um interesse genu\u00edno de, mais uma vez, unir os brasileiros e concertar solu\u00e7\u00f5es para cada uma dessas mazelas. Os dois presidentes mais populares da hist\u00f3ria recente do Pa\u00eds, Lula da Silva e Jair Bolsonaro, vivem de insuflar a ciz\u00e2nia entre os brasileiros, fazendo crer, cada um a seu feitio, que advers\u00e1rios pol\u00edticos s\u00e3o inimigos a serem alijados do debate p\u00fablico. Ao contr\u00e1rio de unir os cidad\u00e3os em torno de prop\u00f3sitos comuns, tanto Lula como Bolsonaro refor\u00e7am o tribalismo \u2013 a uni\u00e3o entre os que veem o Pa\u00eds e o mundo pelas mesmas lentes \u2013 e a exclus\u00e3o de quem pensa diferente.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\"><b><i>N\u00e3o haver\u00e1 progresso enquanto novas lideran\u00e7as n\u00e3o se erguerem inspiradas por esp\u00edrito p\u00fablico e senso de uni\u00e3o; e os cidad\u00e3os se deixarem seduzir pelo discurso populista, agrupando-se em identidades pol\u00edticas estreitas e inflex\u00edveis. Tanto pior no contexto em que cren\u00e7as particulares, cada vez mais, se sobrep\u00f5em \u00e0 verdade factual.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\">O presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, cujas atitudes no campo pol\u00edtico nacional e no cen\u00e1rio internacional t\u00eam sido frequentemente criticadas pelo \u201cEstad\u00e3o\u201d, foi poupado (e at\u00e9 elogiado) num editorial de 1.\u00ba de fevereiro. Foram elogios distribu\u00eddos entre o governador de S\u00e3o Paulo, Tarc\u00edsio de Freitas, e o presidente Lula. T\u00edtulo: \u201cO valor do di\u00e1logo pol\u00edtico\u201d. Em s\u00edntese, o \u201cEstad\u00e3o\u201d destaca: \u201cDeveria ser a regra, mas \u00e9 preciso celebrar quando advers\u00e1rios como Lula e Tarc\u00edsio deixam de lado as diferen\u00e7as para viabilizar um bem para a sociedade, caso da liga\u00e7\u00e3o Santos-Guaruj\u00e1\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\">Esta foto mostra o primeiro di\u00e1logo entre Tarc\u00edsio e Lula, ocorrido em 30 de janeiro, no Pal\u00e1cio do Planalto, em Bras\u00edlia. Nos \u00faltimos dias, houve mais dois encontros cordiais entre os dois governantes. A foto do dia 30, reproduzida pelo boletim AELO ON foi tirada por Ricardo Stuckert, que \u00e9 fot\u00f3grafo oficial de Lula desde 2003 e que integra a equipe da Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social, ocupando o cargo de secret\u00e1rio de Produ\u00e7\u00e3o e Divulga\u00e7\u00e3o de Conte\u00fado Audiovisual.<\/p>\n<p class=\"p1\">Este \u00e9 o editorial do \u201cEstad\u00e3o\u201d de 1.\u00ba de fevereiro:<\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>O presidente Lula da Silva e o governador de S\u00e3o Paulo, Tarc\u00edsio de Freitas, chegaram a um acordo para a constru\u00e7\u00e3o de um t\u00fanel que ligar\u00e1 as cidades de Santos e Guaruj\u00e1. Pela negocia\u00e7\u00e3o, selada nesta semana em Bras\u00edlia, Uni\u00e3o e Estado v\u00e3o dividir os custos e, sobretudo, os louros do empreendimento. O termo de coopera\u00e7\u00e3o para o in\u00edcio das obras deve ser assinado em uma cerim\u00f4nia no litoral paulista para celebrar os 132 anos do Porto de Santos.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>O acordo \u00e9 verdadeiramente hist\u00f3rico. A liga\u00e7\u00e3o entre as duas cidades \u00e9 aguardada h\u00e1 praticamente um s\u00e9culo pelos moradores da regi\u00e3o. Quase 80 mil pessoas fazem a travessia do canal diariamente por balsas, com filas de espera que variam conforme o fluxo de ve\u00edculos e as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Cerca de 10 mil caminh\u00f5es precisam fazer o percurso por rodovia, em um trecho de 45 km.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>O t\u00fanel ter\u00e1 1,8 km de extens\u00e3o e reduzir\u00e1 consideravelmente o tempo de liga\u00e7\u00e3o entre as duas margens da Baixada Santista, regi\u00e3o por onde passam nada menos que 30% das exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es brasileiras. \u00c9 quase inacredit\u00e1vel, portanto, que se tenha levado tanto tempo para resolver um dos maiores gargalos log\u00edsticos do Pa\u00eds.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>\u00c9 fato que havia d\u00favidas a respeito da melhor forma de conectar os dois munic\u00edpios, por t\u00fanel ou ponte, mas disputas pol\u00edticas pela paternidade da obra explicam a maior parte da letargia decis\u00f3ria. Por isso mesmo, \u00e9 preciso celebrar quando duas das principais lideran\u00e7as pol\u00edticas do Pa\u00eds conseguem deixar de lado suas diferen\u00e7as pol\u00edticas em nome de um bem comum.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>Lula da Silva, inicialmente, planejava financiar o t\u00fanel com recursos da Uni\u00e3o, por meio do Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC), sem participa\u00e7\u00e3o do Estado. Tarc\u00edsio de Freitas, por sua vez, preferia executar a obra por meio de uma Parceria P\u00fablico-Privada (PPP) e amea\u00e7ava travar a emiss\u00e3o de licen\u00e7as se a Uni\u00e3o seguisse com o plano original.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>Tudo se encaminhava para uma batalha que duraria anos e resultaria em mais uma oportunidade perdida. Foi o que ocorreu durante os mandatos de Jair Bolsonaro na Presid\u00eancia e de Jo\u00e3o Doria no governo do Estado, ferrenhos advers\u00e1rios que protagonizaram uma disputa pol\u00edtica de consequ\u00eancias delet\u00e9rias para ambos, mas, sobretudo, para a popula\u00e7\u00e3o paulista.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>Lula da Silva, a bem da verdade, \u00e9 mais habilidoso que Bolsonaro. Sem maioria no Congresso, o petista investe na polariza\u00e7\u00e3o sem deixar de reconhecer a necessidade de negocia\u00e7\u00f5es entre, segundo suas palavras, \u201caqueles que n\u00e3o gostamos e os que n\u00e3o gostam de n\u00f3s\u201d.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>Tarc\u00edsio, no entanto, oscila entre o pragmatismo que se exige do governador de S\u00e3o Paulo e a fidelidade a um padrinho pol\u00edtico que sempre rejeitou peremptoriamente o di\u00e1logo com advers\u00e1rios e boicotou a\u00e7\u00f5es compartilhadas entre entes federativos \u00e0 revelia da pr\u00f3pria Constitui\u00e7\u00e3o.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>Este jornal n\u00e3o se furta de criticar o governador quando ele insiste em seguir o receitu\u00e1rio populista do bolsonarismo, em especial na \u00e1rea de seguran\u00e7a p\u00fablica. A Opera\u00e7\u00e3o Escudo, as a\u00e7\u00f5es na Cracol\u00e2ndia e sua resist\u00eancia ao uso de c\u00e2meras em fardas policiais desprezam todas as evid\u00eancias e s\u00f3 podem ser explicadas pela lealdade a Bolsonaro e sua virulenta claque.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>No epis\u00f3dio do t\u00fanel entre Santos e Guaruj\u00e1, no entanto, Tarc\u00edsio mostrou que sabe agir como estadista. Foi a Bras\u00edlia, reuniu-se com Lula e os ministros da Casa Civil, Rui Costa, e de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, seu colega de partido, o Republicanos.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>Tarc\u00edsio, ao ignorar os celerados bolsonaristas que se abespinham toda vez que aparece na foto com Lula, revela-se \u00e0 altura do cargo e deferente ao esp\u00edrito constitucional, que incentiva a colabora\u00e7\u00e3o entre Uni\u00e3o, Estados e munic\u00edpios. Manter um di\u00e1logo institucional com o presidente e demais autoridades do Executivo j\u00e1 foi visto como algo natural e deveria ser resgatado.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>N\u00e3o foi a primeira vez que Tarc\u00edsio demonstrou ter essa compreens\u00e3o. Basta lembrar a simb\u00f3lica caminhada que uniu representantes dos Tr\u00eas Poderes e os governadores na Esplanada dos Minist\u00e9rios ap\u00f3s o epis\u00f3dio do 8 de Janeiro, bem como as a\u00e7\u00f5es emergenciais depois das fortes chuvas que atingiram o Litoral Norte no ano passado.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p3\"><b><i>O Brasil ser\u00e1 um pa\u00eds bem melhor quando gestos civilizados como esses deixarem de ser not\u00edcias excepcionais.<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"p1\">Em reuni\u00e3o de trabalho, em 29 de janeiro, tomou posse a Diretoria do Secovi-SP, reeleita para a gest\u00e3o 2024-2026. Nos \u00faltimos dois anos, os trabalhos da equipe de empres\u00e1rios que voluntariamente tem contribu\u00eddo para o desenvolvimento do setor imobili\u00e1rio foram marcados por importantes avan\u00e7os.<\/p>\n<p class=\"p1\">O presidente Rodrigo Luna (foto), que segue liderando o Secovi-SP, com apoio direto do presidente executivo CEO Ely Wertheim, destaca: \u201cAs conquistas n\u00e3o se restringem ao mercado imobili\u00e1rio, uma vez que alcan\u00e7am as fam\u00edlias brasileiras, cuja maior vit\u00f3ria \u00e9, sem d\u00favida, a conquista de um lar\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\">Caio Portugal, presidente da AELO, permanece na Diretoria do Secovi-SP como 1.\u00ba vice-presidente e como vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Os demais vice-presidentes, diretores e conselheiros continuam nos cargos assumidos no in\u00edcio de 2022.<\/p>\n<p class=\"p1\">Rodrigo Luna explica que as atitudes do Secovi-SP foram decisivas para que programas habitacionais dirigidos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de baixa renda ganhassem musculatura: \u201cO programa federal Minha Casa, Minha Vida passou por aprimoramentos estrat\u00e9gicos. Nas esferas estadual e municipal, o programa Casa Paulista e o Pode Entrar ampliaram a oferta de habita\u00e7\u00f5es de interesse social. E houve v\u00e1rias frentes de atua\u00e7\u00e3o em que, ao lado de outras entidades, obtivemos resultados, caso da reforma tribut\u00e1ria e da revis\u00e3o do Plano Diretor Estrat\u00e9gico de S\u00e3o Paulo\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\">Entretanto, as necessidades n\u00e3o cessam. Rodrigo Luna comenta as pr\u00f3ximas metas: \u201cTemos pela frente, por exemplo, a regulamenta\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria, a defesa da destina\u00e7\u00e3o do FGTS para suas finalidades, um d\u00e9ficit habitacional de 7 milh\u00f5es de unidades e a eterna luta por seguran\u00e7a jur\u00eddica, por menor burocracia e por melhor ambiente de neg\u00f3cios, al\u00e9m de outros assuntos de relev\u00e2ncia para o setor\u201d.<\/p>\n<p class=\"p1\">A AELO, tradicional parceira do Secovi-SP, cumprimenta o presidente Rodrigo Luna e os demais dirigentes reeleitos, desejando-lhes boa sorte neste novo bi\u00eanio.<\/p>\n<p class=\"p1\">O Carnaval, que no Brasil dura quatro dias, desta vez ser\u00e1 de 10 de fevereiro, s\u00e1bado, at\u00e9 o dia 13, ter\u00e7a-feira. A AELO funcionar\u00e1 normalmente na pr\u00f3xima semana e fecha a partir das 17 horas de sexta-feira, dia 9. O expediente ser\u00e1 retomado na Quarta-Feira de Cinzas, dia 14.<\/p>\n<p><strong>AELO: (11) 3289-1788<\/strong><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><a href=\"https:\/\/aelo.com.br\/edicoes-anteriores\">www.aelo.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aelo On Informativo Peri\u00f3dico Ano 23\u2013 N.\u00ba 974 S\u00e3o Paulo, 08 de Fevereiro de 2024 Dentro de 16 dias, a AELO estar\u00e1 completando 43 anos. Fundada em S\u00e3o Paulo, em 24 de fevereiro de 1981, a entidade logo atraiu empresas de todas as regi\u00f5es do Interior paulista e seguiu em constante expans\u00e3o. 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