{"id":16633,"date":"2024-07-16T16:15:28","date_gmt":"2024-07-16T19:15:28","guid":{"rendered":"https:\/\/aelo.com.br\/edicoes-anteriores\/?page_id=16633"},"modified":"2024-07-26T10:16:13","modified_gmt":"2024-07-26T13:16:13","slug":"boletim-online-968","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/aelo.com.br\/edicoes-anteriores\/boletim-online-968\/","title":{"rendered":"Boletim Online 968"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #0e5537;\">Aelo On<\/span><\/strong><\/h1>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong>Informativo Peri\u00f3dico<\/strong><\/h3>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><strong>Ano 22\u2013 N.\u00ba 968<\/strong><\/h2>\n<h3 style=\"text-align: center;\">S\u00e3o Paulo, 07 de dezembro de 2023<\/h3>\n<p>A abertura deste boletim AELO ON, o pen\u00faltimo de 2023, apresenta um resumo da reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Desenvolvimento Urbano (CDU) do dia 4, segunda-feira. Esse encontro de 120 minutos, que ressaltou, mais uma vez, a import\u00e2ncia da uni\u00e3o entre as empresas respons\u00e1veis pelo aprimoramento das cidades brasileiras, ser\u00e1 mostrado, com detalhes, na edi\u00e7\u00e3o da pr\u00f3xima semana, por meio de ampla cobertura de textos e fotos. A reuni\u00e3o h\u00edbrida ocorreu no Milenium Centro de Conven\u00e7\u00f5es, em S\u00e3o Paulo, com mais de 120 pessoas no presencial e mais de 100 no modo virtual.<\/p>\n<p>Foi uma \u201cSuper Segunda-Feira\u201d, na qual a habitual parceria do CDU, entre a AELO, o Secovi-SP e o SindusCon-SP, repetiu-se na sequ\u00eancia, com a realiza\u00e7\u00e3o do primeiro Semin\u00e1rio Nacional sobre Infraestrutura Verde. Assunto \u00e9 o que n\u00e3o falta, hoje, ao AELO ON, que, entre os destaques, mostra como os loteamentos influ\u00edram na evolu\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de Sert\u00e3ozinho, na Regi\u00e3o de Ribeir\u00e3o Preto. E a edi\u00e7\u00e3o de 14 de dezembro j\u00e1 est\u00e1 sendo planejada.<\/p>\n<p>Caio Portugal, coordenador do CDU, presidente da AELO e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, abriu a reuni\u00e3o focalizando tr\u00eas assuntos, antes de passar a palavra aos respons\u00e1veis por outros temas da pauta.Esta foto tirada pelo jornalista Cal\u00e3o Jorge, mostra os participantes que fizeram explana\u00e7\u00f5es no decorrer do encontro: da esquerda para a direita, Mariangela Machado, Elias Zitune, Luis Paulo Germanos, Caio Portugal, Ely Wertheim, Ruth Portugal, Hamilton Fran\u00e7a e Jonas Mattos.<\/p>\n<p>Coordenadora dos Cursos sobre Loteamentos, a professora Mariangela Machado agradeceu \u00e0s 16 empresas patrocinadoras do programa da Universidade Secovi em 2023 e lan\u00e7ou apelo para que o mesmo apoio seja dado \u00e0s aulas de 2024.<\/p>\n<p>Elias Zitune, diretor de Assuntos Regionais da AELO, falou sobre a vit\u00f3ria da nossa entidade no marco de garantias, que mereceu destaque no AELO ON em novembro, e sobre a decis\u00e3o do Banco Santander de abrir linha de cr\u00e9dito para o financiamento de projetos de loteamentos.<\/p>\n<p>Luis Paulo Germanos, vice-presidente da AELO e coordenador do Conselho Jur\u00eddico, mostrou otimismo ao comentar a visita que ele e Elias fizeram ao Santander.<\/p>\n<p>Ely Wertheim, presidente Executivo CEO do Secovi-SP, endossou a fa\u00e7a de Caio sobre a import\u00e2ncia da pesquisa e participou da abertura do Semin\u00e1rio Nacional sobre Infraestrutura Verde.<\/p>\n<p>Ruth Portugal, diretora da AELO e do Secovi-SP, entusiasmada defensora de melhores pr\u00e1ticas nas obras de loteamentos, antecipou na reuni\u00e3o do CDU alguns itens que havia preparado para comentar no Semin\u00e1rio Nacional de Infraestrutura Verde. Ela est\u00e1 em outra nota do boletim.<\/p>\n<p>Hamilton Fran\u00e7a, executivo da Brain em S\u00e3o Paulo, apresentou os resultados do terceiro trimestre de 2023 das pesquisas sobre o mercado de loteamentos em S\u00e3o Paulo e no Brasil.<\/p>\n<p>Jonas Mattos, engenheiro civil, representante da AELO e do Secovi-SP nas reuni\u00f5es do Graprohab, projetou na dela um amplo retrospecto sobre as diferen\u00e7as quanto \u00e0s decis\u00f5es da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habita\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo, da Sabesp, da CETESB e do DAEE pelo colegiado nos \u00faltimos dois anos e elogiou o programa Graprohab Integra, um procedimento inovador, com o prop\u00f3sito de agilizar a an\u00e1lise e a tramita\u00e7\u00e3o de projetos habitacionais.<\/p>\n<p>Caio Portugal comentou a esperan\u00e7a de a pesquisa em andamento junto \u00e0s empresas de loteamento e desenvolvimento urbano atingir os objetivos idealizados. Foi ampliado o prazo para as empresas enviarem respostas ao question\u00e1rio. Os que ainda n\u00e3o responderam ao question\u00e1rio podem encaminhar as informa\u00e7\u00f5es \u00e0 AELO at\u00e9 31 de dezembro. Caio confirmou os planos para a realiza\u00e7\u00e3o, em mar\u00e7o, de um semin\u00e1rio nacional sobre o setor, em parceria com o jornal \u201cEstad\u00e3o\u201d. O material coletado na pesquisa, uma vez processado pela empresa Ecconit, ser\u00e1 a base para o semin\u00e1rio.<\/p>\n<p>Outro tema, o novo ciclo do Selo de Regularidade de Aprova\u00e7\u00e3o (SRA), que tem tudo a ver com a campanha Lote Legal, foi comentado por Caio Portugal. No CDU, foi entregue o primeiro Selo da nova fase, conferido \u00e0 empresa AC2M Empreendimentos Imobili\u00e1rios, de Bragan\u00e7a Paulista. Coube ao diretor da empresa, Ayrton Caramaschi e \u00e0 sua filha, Marina Caramaschi, receber o SRA e o material de divulga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Dois assuntos ligados \u00e0 tramita\u00e7\u00e3o de leis no Congresso Nacional foram analisados por Caio Portugal: o panorama da Reforma Tribut\u00e1ria e o futuro da Lei Geral do Licenciamento Ambiental. O advogado Marcos Saes, diretor de Assuntos do Meio Ambiente da AELO, explicou a evolu\u00e7\u00e3o dos debates de parlamentares sobre o Licenciamento.<\/p>\n<p>Os experientes Lair Kr\u00e4henb\u00fchl e Flavio Amary, ambos ex-secret\u00e1rios de Habita\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo e com valiosas trajet\u00f3rias na AELO e no Secovi-SP, estiveram juntos para acompanhar de perto a \u00faltima reuni\u00e3o do CDU neste ano.<\/p>\n<p>No dia seguinte, Flavio Amary, atual presidente da FIABCI-Brasil, voltou ao Milenium Centro de Conven\u00e7\u00f5es para participar da Mesa-Redonda com o presidente do Secovi-SP, Ricardo Luna. Esse evento contou tamb\u00e9m com o palestrante Dem\u00e9trio Magnoli, jornalista e soci\u00f3logo, comentarista de Pol\u00edtica Internacional da TV Globo News e colunista dos jornais \u201cFolha de S. Paulo\u201d e \u201cO Globo\u201d. O jornalista Ricardo Gandour, que foi diretor de Reda\u00e7\u00e3o do jornal \u201cEstad\u00e3o\u201d de 2006 a 2015, atuou como mediador.<\/p>\n<p class=\"p1\">O boletim AELO News Extra, enviado aos associados da AELO na tarde segunda-feira, dia 4, informou a decis\u00e3o da entidade de ampliar o prazo para o envio das respostas das empresas ao question\u00e1rio da pesquisa AELO Ecconit. Antes disso, o diretor de Rela\u00e7\u00f5es Institucionais da AELO, Jorgito Donadelli (foto), j\u00e1 havia endossado, no CDU, o pedido feito por Caio Portugal por maior ades\u00e3o soa empreendedores, agora que a nova data-limite para as respostas \u00e9 31 de dezembro.<\/p>\n<p>Este \u00e9 o texto do AELO News:<\/p>\n<p>Ol\u00e1,<br \/>\nEsperamos que esteja bem. Gostar\u00edamos de compartilhar uma importante atualiza\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>AELO \u2013 Associa\u00e7\u00e3o das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano<\/strong>\u00a0e convid\u00e1-lo a participar ativamente.<\/p>\n<p>A\u00a0<strong><em>Pesquisa da AELO<\/em><\/strong>, que visa entender o cen\u00e1rio atual do nosso Pa\u00eds no que diz respeito ao desenvolvimento urbano, foi prorrogada at\u00e9 o dia\u00a0<strong>31 de dezembro<\/strong>. Esta \u00e9 uma oportunidade valiosa para todos aqueles que ainda n\u00e3o tiveram a chance de responder, compartilhar suas percep\u00e7\u00f5es e contribuir para a constru\u00e7\u00e3o de um panorama mais completo.<br \/>\nAgradecemos sinceramente \u00e0queles que j\u00e1 dedicaram seu tempo para responder \u00e0 pesquisa. Sua participa\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo fundamental para a qualidade e relev\u00e2ncia dos resultados.<\/p>\n<p>Lembramos que a sua voz \u00e9 crucial para compreendermos os desafios e oportunidades que enfrentamos no desenvolvimento urbano.<\/p>\n<p>Ao participar da pesquisa, voc\u00ea colabora diretamente para a constru\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es mais eficazes e informadas.<\/p>\n<p>Para responder \u00e0 pesquisa, basta clicar no link abaixo:<\/p>\n<p><em><strong><a href=\"https:\/\/docs.google.com\/forms\/d\/e\/1FAIpQLSdobail3VCARH7J-NuKbQz1f5LiyJ_hGfW7jcq1782qiDi4eQ\/viewform\">Responder Pesquisa<\/a>\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Seu feedback \u00e9 valioso e essencial para que possamos tra\u00e7ar estrat\u00e9gias para o futuro do desenvolvimento urbano no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Muito obrigado por sua participa\u00e7\u00e3o e contribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Estamos todos juntos!<\/p>\n<p>Desde j\u00e1, nossos agradecimentos.<\/p>\n<p><strong>Associa\u00e7\u00e3o das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO)<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm; text-align: justify; line-height: 150%; vertical-align: baseline;\">Ruth Portugal, arquiteta pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, com amplia\u00e7\u00e3o em Engenharia Civil pela FEESP, \u00e9 s\u00f3cia-diretora da GP Desenvolvimento Urbano, em que atua h\u00e1 33 anos. \u00c9 diretora da AELO e do Secovi-SP e participa de grupos de trabalho no Comit\u00ea de Desenvolvimento Urbano (CDU).<\/p>\n<p>Esta foto foi tirada segunda-feira no CDU por Cal\u00e3o Jorge, quando Ruth antecipava ao p\u00fablico algumas das explica\u00e7\u00f5es sobre sua vis\u00e3o a respeito de Infraestrutura Verde, tema do grande semin\u00e1rio realizado no per\u00edodo da tarde.<\/p>\n<p>Em seus projetos, entre os quais o do loteamento fechado Quinta dos Lagos, que est\u00e1 praticamente conclu\u00eddo, no munic\u00edpio de Cotia, na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo, Ruth Portugal privilegia o paisagismo, a preserva\u00e7\u00e3o da natureza. Com base nessa filosofia de paix\u00e3o pela natureza, ela tem sido fundamental no grupo de trabalho espec\u00edfico do qual \u00e9 coordenadora, na AELO e no Secovi-SP, desde a cria\u00e7\u00e3o, em 2019. Neste ano, essa parceria foi ampliada com a entrada do SindusCon-SP, ganhando for\u00e7a para materializar o semin\u00e1rio de segunda-feira.<\/p>\n<p>Recentemente, Ruth participou, em Atibaia-SP, do Semin\u00e1rio COMPLAN, da ADIT Brasil, ao lado do engenheiro Paulo Velzi, da Riviera de S\u00e3o Louren\u00e7o. Foi um painel exclusivamente de casos espec\u00edficos de valoriza\u00e7\u00e3o do meio ambiente em projetos de parcelamento do solo. Em 2022, por sugest\u00e3o dela, o boletim semanal AELO ON e o jornal impresso \u201cAELO Informa\u201d publicaram uma s\u00e9rie de reportagens e artigos com especialistas, relatando os diversos aspectos da valoriza\u00e7\u00e3o da infraestrutura verde no Brasil.<\/p>\n<p>Ruth Portugal explicou ao boletim sua decis\u00e3o de privilegiar a natureza nos projetos e procurar apoiar as comunidades no entorno dos loteamentos: \u201cDesde a \u00e9poca de faculdade, cursando Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie, sempre busquei trabalhar nas \u00e1reas \u00e0s quais a arquitetura e a engenharia civil poderiam me levar. Isto \u00e9, em projetos, aprova\u00e7\u00f5es, licenciamentos, execu\u00e7\u00f5es, m\u00e9todos de constru\u00e7\u00e3o, planejamento, infraestrutura, al\u00e9m de planos diretores municipais, entre outras atividades. Esses eram, diariamente, meus desafios, assim como tem sido na atualidade\u201d.Decolou de vez, na AELO, no Secovi-SP e no SindusCon-SP, por meio do Semin\u00e1rio Nacional de Infraestrutura Verde, segunda-feira, dia 4, o sentimento de que os empreendedores podem e devem assumir melhores pr\u00e1ticas na implanta\u00e7\u00e3o de projetos de loteamentos e desenvolvimento urbano. O evento, organizado pelas tr\u00eas entidades, foi um sucesso, lotando o sal\u00e3o do segundo andar do Milenium Centro de Conven\u00e7\u00f5es, em S\u00e3o Paulo. Tamb\u00e9m houve transmiss\u00e3o online.<\/p>\n<p>Ruth Portugal, diretora da AELO e do Secovi-SP, entusiasmada defensora de melhores pr\u00e1ticas nas obras de loteamentos, antecipou na reuni\u00e3o do CDU alguns itens que havia preparado para comentar no Semin\u00e1rio Nacional de Infraestrutura Verde. Ela est\u00e1 em outra nota do boletim.O presidente da AELO e vice-presidente de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do Secovi-SP, Caio Portugal, participou da abertura, deixando claro, em sua fala, que este \u00e9 um caminho sem volta: \u201cJ\u00e1 s\u00e3o muitas as empresas que percebem as vantagens da infraestrutura verde, algo saud\u00e1vel para a natureza, para os moradores e para as pr\u00f3prias empresas\u201d. Na foto, Caio ao lado da professora Mariangela Machado, que apresentou o evento.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m falaram na abertura o presidente Executivo CEO do Secovi-SP, Ely Wertheim; o vice-presidente do SindusCon-SP. Francisco Antunes de Vasconcellos Neto, e pel<em>a superintendente do ABNT CB002 \u2013 Comit\u00ea Brasileiro da Constru\u00e7\u00e3o Civil, Lilian Sarrouf, tamb\u00e9m coordenadora T\u00e9cnica do Comit\u00ea de Meio Ambiente do SindusCon-SP.<\/em><\/p>\n<p><em>Em seguida, houve o lan\u00e7amento do Guia de Infraestrutura Verde para Empreendimentos Imobili\u00e1rios no Brasil e v\u00e1rios pain\u00e9is espec\u00edficos, a serem comentados na pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o do AELO ON.<\/em><em>O lan\u00e7amento do Guia de Infraestrutura Verde foi feito por Mait\u00ea Pinheiro, c<\/em>oordenadora do Setor de Infraestrutura Verde da Geasa Engenharia. Cursou Bacharelado em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, Especializa\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica Ambiental e Mestrado em Ci\u00eancias da Paisagem e Ambiente pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de S\u00e3o Paulo (FAU-USP). Ela atua, desde 2017, como consultora especialista em Infraestrutura Verde.Este \u00e9 o QR Code, pelo qual os interessados podem acessar o Guia de Infraestrutura Verde.O engenheiro civil Claudio Bernardes, diretor-presidente da empresa Inga\u00ed, vice-presidente do Secovi-SP e membro do Conselho Consultivo da AELO, colunista colaborador da \u201cFolha de S. Paulo\u201d, escreveu o artigo \u201cAs mudan\u00e7as clim\u00e1ticas nas \u00e1reas urbanas e o hidrog\u00eanio verde\u201d, publicado naquele jornal em 24 de novembro.Diante da import\u00e2ncia do artigo, o AELO ON reproduz, aqui, o texto integral.<\/p>\n<p><em><strong>O conceito de cidades sustent\u00e1veis tem se tornado cada vez mais importante, em fun\u00e7\u00e3o, principalmente, dos desafios relacionados \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Essas mudan\u00e7as est\u00e3o em grande parte atreladas aos efeitos colaterais da gera\u00e7\u00e3o de energia por fontes n\u00e3o renov\u00e1veis, que despeja grandes quantidades de CO2 na atmosfera.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Entretanto, um dos elementos mais abundantes no universo \u00e9 o hidrog\u00eanio, encontrado na \u00e1gua (H2O), que ocupa dois ter\u00e7os do planeta. O custo para extrair hidrog\u00e9nio da \u00e1gua utilizando a eletr\u00f3lise, com zero emiss\u00f5es de carbono, est\u00e1 diminuindo paulatinamente. A eletr\u00f3lise \u00e9 um m\u00e9todo que separa as mol\u00e9culas de \u00e1gua em hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio, usando eletricidade. Quando essa eletricidade \u00e9 gerada a partir de fontes renov\u00e1veis, obtemos hidrog\u00e9nio verde, livre das emiss\u00f5es de carbono.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Para um futuro neutro em emiss\u00e3o de carbono, o hidrog\u00eanio \u00e9 visto como o combust\u00edvel mais importante, mas sua produ\u00e7\u00e3o demanda uma grande quantidade de energia. Portanto, \u00e9 indispens\u00e1vel que a energia dispendida para sua produ\u00e7\u00e3o seja renov\u00e1vel.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Neste sentido, sistemas baseados em energias renov\u00e1veis, que sejam eficazes, eficientes e ecologicamente equilibrados, desempenhar\u00e3o um papel important\u00edssimo na garantia de um ambiente urbano sustent\u00e1vel. Esse ambiente pode ser preservado diminuindo-se as emiss\u00f5es de CO2 e aumentando-se simultaneamente a efici\u00eancia energ\u00e9tica, principalmente, nos sistemas de transporte, na utiliza\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios e na produ\u00e7\u00e3o industrial.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Os sistemas energ\u00e9ticos das cidades devem mudar, em fun\u00e7\u00e3o do papel vital que representam na redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa, e na transi\u00e7\u00e3o para sistemas de energia limpa. Dessa forma, a busca por cidades movidas a hidrog\u00eanio verde parece ser uma tend\u00eancia irrevers\u00edvel e, embora existam, atualmente, dificuldades para sua viabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, esse quadro pode mudar mais rapidamente do que o esperado. Onde quer que a produ\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir de fontes renov\u00e1veis seja barata, por exemplo, com a energia hidroel\u00e9trica, solar ou e\u00f3lica, essa equa\u00e7\u00e3o de custos pode se alterar de forma significativa.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Ainda assim, de acordo com an\u00e1lise da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), o hidrog\u00e9nio verde j\u00e1 \u00e9 mais barato do que o hidrog\u00eanio f\u00f3ssil proveniente do g\u00e1s natural em partes da Europa, do Oriente M\u00e9dio e da \u00c1frica. Segundo o relat\u00f3rio da Bloomberg, o hidrog\u00eanio f\u00f3ssil custa atualmente US$ 6,71\/Kg nessas regi\u00f5es, em compara\u00e7\u00e3o com o custo de US$ 6,68\/Kg do hidrog\u00eanio verde \u2013 devido, principalmente, ao pre\u00e7o do g\u00e1s, que tem subido desde o ataque russo \u00e0 Ucr\u00e2nia.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Uma completa revers\u00e3o nessa matriz de custos pode ocorrer at\u00e9 2030. Relat\u00f3rio da BloombergNEF estima que, at\u00e9 l\u00e1, a produ\u00e7\u00e3o do hidrog\u00eanio verde poder\u00e1 estar at\u00e9 18% mais barata que o produzido por energia f\u00f3ssil em cinco das maiores economias do mundo: Brasil, China, \u00cdndia, Espanha e Su\u00e9cia.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Na sequ\u00eancia do colapso da Central Nuclear de Fukushima Daiichi, em 2011, o governo japon\u00eas priorizou a produ\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel, o que levou \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de parques solares e e\u00f3licos de grande escala no Jap\u00e3o. Hamad\u014dri, em Fukushima, a zona costeira que foi o epicentro do desastre nuclear atraiu uma s\u00e9rie de grandes projetos lan\u00e7ados atrav\u00e9s do Fukushima Innovation Coast Framework, uma iniciativa governamental. Essa energia gerada est\u00e1 sendo utilizada para produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio verde, e tornando Naime, no distrito de Fukushima, a cidade precursora na utiliza\u00e7\u00e3o desse tipo de combust\u00edvel. Em Naime, o hidrog\u00eanio \u00e9 produzido e armazenado com base nas previs\u00f5es de oferta e demanda de energia. Na atual fase, o desafio \u00e9 a busca para alcan\u00e7ar a combina\u00e7\u00e3o ideal entre produ\u00e7\u00e3o e armazenamento de hidrog\u00eanio para equilibrar a oferta e demanda na rede el\u00e9ctrica, sem a utiliza\u00e7\u00e3o de baterias de armazenamento.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>As potencialidades e os desafios s\u00e3o enormes, mas podemos esperar que, num futuro pr\u00f3ximo, estrat\u00e9gias e pol\u00edticas de planejamento urbano baseadas em energia verde sejam implementadas em larga escala, para criar ambientes urbanos sustent\u00e1veis e resilientes aos impactos globais advindos das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/strong><\/em>Nos anos 1950, de TV em preto e branco, Sert\u00e3ozinho era um pacato munic\u00edpio da regi\u00e3o de Ribeir\u00e3o Preto que se concentrava nas lavouras de caf\u00e9 e de cana-de-a\u00e7\u00facar. De 1899 a 1970, os trens do ramal da Companhia Mogiana, puxados por locomotivas a vapor, davam um toque rom\u00e2ntico \u00e0 paisagem.<br \/>\nO cen\u00e1rio mudaria bastante, nos \u00faltimos 50 anos, j\u00e1 que, com a crise mundial do petr\u00f3leo de 1973, o Brasil foi criativo e lan\u00e7ou o Pro\u00e1lcool, uma alternativa para reduzir sua depend\u00eancia da gasolina. E Sert\u00e3ozinho, tendo ampliado a produ\u00e7\u00e3o de cana e a capacidade de suas usinas de \u00e1lcool e a\u00e7\u00facar, foi fundamental para evitar que os ve\u00edculos do Pa\u00eds parassem. O \u00e1lcool ganhou reconhecimento no Pa\u00eds e fama internacional. Hoje, o munic\u00edpio \u00e9 conhecido como o maior polo sucroenerg\u00e9tico do mundo e como um exemplo do uso de modernas tecnologias.Sert\u00e3ozinho comemorou no dia 5, ter\u00e7a-feira, o 127.\u00ba anivers\u00e1rio da sua emancipa\u00e7\u00e3o. Desmembrou-se de Ribeir\u00e3o Preto e passou a ter autonomia em 1896. A cidade foi fundada por Ant\u00f4nio Malaquias Pedroso, em 1877. Esta semana, ent\u00e3o, estimula as reflex\u00f5es sobre tudo aquilo que mudou na cidade e no campo, em mais de um s\u00e9culo.<br \/>\nOs trens j\u00e1 n\u00e3o circulam. Modernas rodovias ligam Sert\u00e3ozinho a Ribeir\u00e3o Preto, situada a 21 quil\u00f4metros; \u00e0 cidade de S\u00e3o Paulo, a 335 quil\u00f4metros; a outras regi\u00f5es paulistas e aos Estados de Minas e Goi\u00e1s.<br \/>\nA cidade de Sert\u00e3ozinho \u00e9 caracterizada, hoje, por amplas avenidas, ruas bem cuidadas, pra\u00e7as arborizadas e novos bairros. Chegaram ind\u00fastrias diversificadas e grandes centros comerciais. Foram criados in\u00fameros empregos, e a popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 passa de 135 mil habitantes, cuja qualidade de vida tem sido aprimorada. Ou seja: a fama e a abund\u00e2ncia trazidas pelo advento do \u00e1lcool n\u00e3o se limitam aos empres\u00e1rios: s\u00e3o compartilhadas com as comunidades.<br \/>\nFoi em Sert\u00e3ozinho que o Savegnago Supermercados, tamb\u00e9m conhecido como a Rede Forte do Interior, inaugurou, em 1976, sua primeira loja. Hoje, a empresa est\u00e1 presente em 20 cidades do Estado de S\u00e3o Paulo, impactando cerca de 5,33 milh\u00f5es de habitantes e gerando mais de 12 mil postos de trabalho diretos em seus 59 supermercados. O centro administrativo do Savegnago fica em Sert\u00e3ozinho, assim como um enorme centro comercial do grupo. S\u00e3o empregos e mais empregos.<br \/>\nE onde essa gente toda est\u00e1 morando, j\u00e1 que os casebres fazem parte do passado? Agora, Sert\u00e3ozinho conta com novos n\u00facleos habitacionais, desde os arejados conjuntos de moradias populares at\u00e9 os loteamentos de classe m\u00e9dia e condom\u00ednios de alto padr\u00e3o. Todos eles com \u00e1reas verdes e excelente infraestrutura.<br \/>\nSert\u00e3ozinho merece ocupar este espa\u00e7o no AELO ON de hoje como homenagem \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o de munic\u00edpio exemplar no desenvolvimento urbano e pelo fato de contar, h\u00e1 33 anos, com um ativo grupo empresarial imobili\u00e1rio, o Expandh. Fundado por Ricardo Pereira, o Expandh tem tudo a ver com a evolu\u00e7\u00e3o de Sert\u00e3ozinho. Sua hist\u00f3ria e suas realiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o focalizadas nas duas pr\u00f3ximas notas do boletim.Ricardo Pereira chega cedo \u00e0 sede do Grupo Expandh para come\u00e7ar mais um dia de trabalho. Ele \u00e9 um diretor-presidente habitualmente tranquilo. N\u00e3o tem o h\u00e1bito de gritar. Nesse estilo, Ricardo cumprimenta, sorrindo, os funcion\u00e1rios que vai encontrando no pr\u00e9dio, no centro da cidade. E v\u00ea que seu filho, Jorge Pereira Neto, tamb\u00e9m j\u00e1 chegou. Um abra\u00e7o entre os dois marca o in\u00edcio de um bate-papo sobre a agenda daquele dia.<br \/>\nO AELO ON esteva na agenda. E compareceu ao local para produzir esta reportagem e garantir esta foto, tirada no sagu\u00e3o principal da sede.Como cidad\u00e3o, Ricardo Pereira n\u00e3o abre m\u00e3o de participar de iniciativas em benef\u00edcio da popula\u00e7\u00e3o de Sert\u00e3ozinho e da uni\u00e3o entre empresas de loteamento. Desde sua funda\u00e7\u00e3o, o Expandh \u00e9 associado da AELO. Vinte anos atr\u00e1s, Ricardo foi delegado da AELO na regi\u00e3o de Ribeir\u00e3o Preto.<br \/>\nJorge Pereira Neto, de 25 anos, \u00e9 mais novo que o Expandh e tem sido um constante parceiro do pai nos neg\u00f3cios e na gest\u00e3o do grupo. Formado em Direito, ele participa de todos os setores do Expandh e vem contribuindo para trocar ideias com a criativa ag\u00eancia 6P de propaganda e marketing, de Ribeir\u00e3o Preto, sobre f\u00f3rmulas positivas de divulga\u00e7\u00e3o dos empreendimentos.<br \/>\nCom apoio do pai, Jorge tamb\u00e9m usa o saud\u00e1vel direito ao lazer: \u00e0s vezes, viaja 335 quil\u00f4metros de autom\u00f3vel para curtir jogos no Est\u00e1dio do Morumbi. L\u00e1, ele festejou, em 24 de setembro, a conquista da Copa do Brasil por seu clube, o S\u00e3o Paulo, na final contra o Flamengo.<br \/>\nOs empreendimentos do grupo s\u00e3o bem variados. Basta ressaltar que o Expandh \u00e9 constitu\u00eddo de tr\u00eas empresas: Expandh Im\u00f3veis e Expandh Urbanismo, com sede em Sert\u00e3ozinho, e Athenas Urbanismo, com sede em Catal\u00e3o, no sul de Goi\u00e1s. Sim, j\u00e1 faz um bom tempo que a empresa original, criada por Ricardo Pereira, cresceu e se multiplicou. Passou a lan\u00e7ar loteamentos em v\u00e1rios outros munic\u00edpios paulistas e tamb\u00e9m em Minas e Goi\u00e1s. Catal\u00e3o, cidade goiana que fica no trajeto rodovi\u00e1rio de S\u00e3o Paulo para Bras\u00edlia, \u00e9 um caso \u00e0 parte: l\u00e1, os empreendimentos da Athenas Urbanismo deram origem a novos bairros, sucessos de vendas.Ricardo Pereira relata que a Expandh, fundada por ele em 7 de janeiro de 1991, \u201cse dedica a construir e manter relacionamentos de longo prazo com seus parceiros e clientes, mantendo-se sempre atualizada \u00e0s novas tend\u00eancias, aperfei\u00e7oando e reciclando seus processos e m\u00e9todos de trabalho, com foco em inova\u00e7\u00f5es e no atendimento aos novos desafios do mercado imobili\u00e1rio\u201d.<br \/>\nO Grupo Expandh possui mais de 30 anos de experi\u00eancia no mercado imobili\u00e1rio e, com a cria\u00e7\u00e3o da Expandh Urbanismo, em 2002, passou a contribuir ainda mais para evolu\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o do setor na regi\u00e3o, atuando nos processos de venda, loca\u00e7\u00e3o, compra e administra\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis, assim como na aprova\u00e7\u00e3o e implanta\u00e7\u00e3o de loteamentos e condom\u00ednios industriais e residenciais.<br \/>\n\u201cA sinergia de resultados, tanto na \u00e1rea de urbanismo, quanto na \u00e1rea de gest\u00e3o de im\u00f3veis, veio acompanhada da moderniza\u00e7\u00e3o e padroniza\u00e7\u00e3o da identidade das empresas que comp\u00f5em o grupo\u201d, explica Ricardo Pereira. O Grupo Expandh conta com dezenas de empreendimentos j\u00e1 consolidados em seu portif\u00f3lio e vem participando de v\u00e1rias iniciativas imobili\u00e1rios importantes para a cidade de Sert\u00e3ozinho e regi\u00e3o.<br \/>\nPor meio do sistema de parceria imobili\u00e1ria, o Expandh intermediou e administrou o lan\u00e7amento de v\u00e1rios loteamentos e condom\u00ednios em Sert\u00e3ozinho, entre os quais Jardim Europa I, II e III; Jardim Ouro Preto, Jardim Helena, Jardim Boa Vista, Jardim Porto Seguro, Jardim Campo Alegre, Condom\u00ednio Quinta da Boa Sorte e Condom\u00ednio Bella La Vita.Esta foto mostra o Condom\u00ednio Bella La Vita, de alto padr\u00e3o, um dos pioneiros na cidade, cujo sucesso de vendas e de qualidade atraiu novas empresas interessadas em fazer parceria com o Expandh.<br \/>\nMas nem s\u00f3 de loteamentos e de condom\u00ednios vive o Expandh. Um marco importante, visitado pelo AELO ON, foi a implanta\u00e7\u00e3o do ousado projeto de revitaliza\u00e7\u00e3o das antigas instala\u00e7\u00f5es da Zanini S\/A Equipamentos Pesados. A \u00e1rea, que estava degradada, foi transformada no Centro Empresarial Zanini, um moderno condom\u00ednio com infraestrutura completa, que abriga diversas empresas de diferentes segmentos, al\u00e9m do Centro de Eventos Zanini. Esse centro \u00e9 um complexo urban\u00edstico para eventos e tem abrigado anualmente a Fenasucro, uma das maiores feiras do setor sucroenerg\u00e9tico mundial.<br \/>\nO Expandh participou tamb\u00e9m da implanta\u00e7\u00e3o da CINEP 1 e 2, Cidade Industrial e Empresarial, dois completos loteamentos industriais com f\u00e1cil acesso ao Centro Empresarial e de Eventos Zanini e privilegiado acesso log\u00edstico \u00e0s principais rodovias estaduais. Outro grande marco foi a implanta\u00e7\u00e3o do Loteamento Industrial S\u00e3o Jos\u00e9. E o empreendimento Jardim Nova Europa, por sua vez, foi lan\u00e7ado em junho de 2012 e teve todos os 649 lotes comercializados em apenas 30 dias.A C\u00e2mara Brasileira da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o (CBIC), com sede em Bras\u00edlia, lan\u00e7ou manifesto endossado por suas 96 entidades associadas, entre as quais a AELO, manifestando preocupa\u00e7\u00e3o com o fato de o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva ter vetado, em 23 de novembro, todo o projeto que prorroga a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento de 17 setores da economia at\u00e9 2027.<br \/>\nNo manifesto divulgado no dia 27, a CBIC e as demais entidades de todos os Estados chamam a aten\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os brasileiros: \u201cEntendemos que a medida representa n\u00e3o apenas um retrocesso, mas um obst\u00e1culo significativo para o desenvolvimento econ\u00f4mico e social do Pa\u00eds\u201d.<br \/>\nNo dia seguinte, a CBIC participou, junto ao Congresso Nacional, das primeiras provid\u00eancias dos parlamentares para refrear esse absurdo do Poder Executivo. O presidente da CBIC, Renato Correia, esteve numa reuni\u00e3o no Congresso, e alertou sobre a import\u00e2ncia de se manter a desonera\u00e7\u00e3o como forma de proteger o ambiente de neg\u00f3cios e a gera\u00e7\u00e3o de empregos. Ele explicou: \u201cMais do que a economia, este \u00e9 um projeto de apelo social. Prorrogar \u00e9 essencial para quem trabalha e quem produz. Empreendedores j\u00e1 est\u00e3o sentindo o peso do veto e suspendendo contrata\u00e7\u00f5es e a amplia\u00e7\u00e3o de seus neg\u00f3cios. \u00c9 importante, acima de tudo, para preservar empregos, milhares de pais e m\u00e3es de fam\u00edlia j\u00e1 est\u00e3o angustiados por verem seus postos de trabalho amea\u00e7ados. Por isso estamos trabalhando de forma intensa pela medida\u201d.<br \/>\nNesta foto da reuni\u00e3o com parlamentares, Renato Correia aparece ao fundo: ele \u00e9 o terceiro, na direita para a esquerda.Na entrevista coletiva organizada pela Frente Parlamentar do Empreendedorismo, o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), presidente desse colegiado, destacou a tentativa de pautar o veto numa sess\u00e3o do Congresso Nacional at\u00e9 o dia 15 de dezembro.<br \/>\n\u201cEstamos trabalhando contra o tempo\u201d, destacou Passarinho. \u201cO governo federal tem anunciado que pretende enviar uma nova proposta sobre o tema. Mas s\u00f3 temos at\u00e9 o dia 31 de dezembro, quando termina o prazo da prorroga\u00e7\u00e3o. Dificilmente um projeto caminharia para j\u00e1 entrar em vig\u00eancia a partir de 1\u00ba de janeiro. Estamos abertos ao di\u00e1logo, mas n\u00e3o vamos correr o risco de deixar a desonera\u00e7\u00e3o cair e penalizar o emprego\u201d.<br \/>\nO senador Efraim Morais (Uni\u00e3o-PB), relator do projeto na Casa, afirmou estar preocupado com a mat\u00e9ria, mas confiante na derrubada do veto: \u201cO projeto tramitou por 10 meses no Congresso e foi aprovado por unanimidade no Senado. Na C\u00e2mara, foram mais de 400 votos a favor da prorroga\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, estamos seguros com a ampla e s\u00f3lida maioria pela derrubada. Nossa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com o prazo para colocar a mat\u00e9ria em vota\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\nNa nota seguinte deste boletim, a \u00edntegra do manifesto.Este \u00e9 o manifesto lan\u00e7ado pela CBIC e por suas 96 entidades associadas, entre as quais a AELO, sob o t\u00edtulo \u201cPelo emprego e pelo desenvolvimento econ\u00f4mico\u201d.<\/p>\n<p><strong><em>Entidade representativa de uma das principais atividades econ\u00f4micas do pa\u00eds, a C\u00e2mara Brasileira da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o (CBIC), e suas 96 entidades associadas, manifesta profunda preocupa\u00e7\u00e3o com o veto presidencial ao projeto que prorroga a desonera\u00e7\u00e3o da folha de pagamento at\u00e9 2027. Entendemos que a medida representa n\u00e3o apenas um retrocesso, mas um obst\u00e1culo significativo para o desenvolvimento econ\u00f4mico e social do Pa\u00eds.<\/em><\/strong><em><strong>A constru\u00e7\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel por mais de 2,6 milh\u00f5es de empregos com carteira assinada em todo o pa\u00eds e sofrer\u00e1 impacto imediato com a medida. Manter a tributa\u00e7\u00e3o exclusivamente sobre a m\u00e3o de obra implica na queda da competitividade e na redu\u00e7\u00e3o de postos de trabalho. Ou seja, a decis\u00e3o vai na contram\u00e3o da necessidade do pa\u00eds de gera\u00e7\u00e3o de emprego.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>A redu\u00e7\u00e3o dos encargos sobre a folha tem se mostrado ferramenta eficaz para as empresas enfrentarem a sazonalidade e os altos custos inerentes \u00e0 atividade, incentivando o setor produtivo, promovendo a continuidade de projetos importantes para a infraestrutura do pa\u00eds e fomentando a principal for\u00e7a motriz da economia brasileira: o emprego.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Para a constru\u00e7\u00e3o, \u00e9 essencial que se mantenha o processo de desonera\u00e7\u00e3o vigente desde 2011. Diante deste cen\u00e1rio, manifestamos ao Congresso Nacional o anseio pela derrubada do veto e a continuidade dessa pol\u00edtica vital para os setores que mais geram emprego e, consequentemente, para as milhares de fam\u00edlias brasileiras que t\u00eam nessas atividades sua fonte de renda.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>\u00c9 preciso estimular as atividades econ\u00f4micas, que carecem de seguran\u00e7a jur\u00eddica e previsibilidade, e a prorroga\u00e7\u00e3o vai ao encontro dessas premissas. A constru\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos principais propulsores da economia e somente um setor forte e competitivo pode contribuir com habita\u00e7\u00e3o e toda infraestrutura urbana essencial para garantir o bem-estar e a qualidade de vida para a popula\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/em><br \/>\n<em><strong>Comprometidos com o progresso econ\u00f4mico e o bem-estar social instamos ao Congresso Nacional a derrubada do veto. Desta forma manteremos nossa contribui\u00e7\u00e3o cont\u00ednua para o desenvolvimento sustent\u00e1vel do Brasil.<\/strong><\/em>Um condom\u00ednio \u00e0s margens do Lago Corumb\u00e1, no munic\u00edpio goiano de Santo Ant\u00f4nio do Descoberto, perto de Bras\u00edlia, foi embargado por estar em loteamento irregular e tamb\u00e9m por suspeita de furto de energia el\u00e9trica no decorrer de sete anos. No local, havia 22 transformadores ligados clandestinamente \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o. A a\u00e7\u00e3o de embargo foi realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos H\u00eddricos, Minerais Agroecol\u00f3gicos (Semma).<br \/>\nO gerente de servi\u00e7o t\u00e9cnico comercial da Equatorial Goi\u00e1s, Pabllo Barbosa, estima que o furto de energia ocorria no local h\u00e1 mais de sete anos: \u201cEssas cerca de 200 resid\u00eancias ligadas clandestinamente estavam sobrecarregando a rede el\u00e9trica da regi\u00e3o e provocando interrup\u00e7\u00f5es no fornecimento de energia para clientes que pagam sua conta regularmente\u201d.Al\u00e9m de ser crime, com pena prevista de reclus\u00e3o e multa, o furto de energia, popularmente conhecido como \u201cgato\u201d, prejudica diretamente a qualidade do fornecimento de energia e p\u00f5e em risco a seguran\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o, podendo causar graves acidentes, principalmente com as pessoas que manipulam a rede el\u00e9trica sem a capacita\u00e7\u00e3o adequada e os devidos cuidados. \u201cEssa pr\u00e1tica il\u00edcita pode resultar em acidentes graves, especialmente quando realizada por pessoas sem a devida capacita\u00e7\u00e3o e precau\u00e7\u00e3o ao manipular a rede el\u00e9trica\u201d, afirma Barbosa.<br \/>\nAinda segundo o gerente, as liga\u00e7\u00f5es irregulares sobrecarregam a rede el\u00e9trica, aumentando o risco de curtos-circuitos que, por sua vez, podem causar interrup\u00e7\u00f5es no fornecimento de energia. Isso prejudica n\u00e3o apenas aqueles que realizam tais liga\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m os clientes regulares da companhia, comprometendo a qualidade do servi\u00e7o prestado.Um grupo suspeito de invadir uma \u00e1rea privada de 25 hectares, localizada na Gamboa do Morro, na Ilha de Tinhar\u00e9, na Bahia, \u00e9 alvo de uma opera\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Civil. De acordo com provas reunidas pelos propriet\u00e1rios do terreno e apresentadas \u00e0 Pol\u00edcia Civil e a 1.\u00aa Vara C\u00edvel da Comarca de Valen\u00e7a, l\u00edderes do grupo invasor j\u00e1 comercializavam lotes do terreno. De acordo com per\u00edcia realizada, a vegeta\u00e7\u00e3o local sofreu devasta\u00e7\u00e3o e parcelamento do solo, sem que houvesse licen\u00e7a ou autoriza\u00e7\u00e3o, fato que tamb\u00e9m foi comunicado ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual.Em 24 de novembro, foi cumprida a liminar de reintegra\u00e7\u00e3o de posse dos autores da a\u00e7\u00e3o. A delegada que investiga o caso poder\u00e1 pedir a pris\u00e3o preventiva dos l\u00edderes que est\u00e3o \u00e0 frente da invas\u00e3o e que continuam fomentando o ato por meio de plataformas digitais e atos presenciais, por crime de esbulho possess\u00f3rio (invas\u00e3o de propriedade praticada por mais de duas pessoas), associa\u00e7\u00e3o criminosa, crime ambiental e amea\u00e7a. A pena varia de seis meses a oito anos de pris\u00e3o.<br \/>\nEsse tipo de esquema criminoso de invas\u00e3o de terras costuma envolver crimes de altera\u00e7\u00e3o de limites, danos \u00e0 \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental, cria\u00e7\u00e3o de loteamento clandestino, esbulho possess\u00f3ria com grave amea\u00e7a, incita\u00e7\u00e3o ao crime, organiza\u00e7\u00e3o de mil\u00edcia privada, al\u00e9m de danos significativos ao meio ambiente e \u00e0 ordem urban\u00edstica.<strong>AELO: (11) 3289-1788<\/strong><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><a href=\"https:\/\/aelo.com.br\/edicoes-anteriores\">www.aelo.com.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aelo On Informativo Peri\u00f3dico Ano 22\u2013 N.\u00ba 968 S\u00e3o Paulo, 07 de dezembro de 2023 A abertura deste boletim AELO ON, o pen\u00faltimo de 2023, apresenta um resumo da reuni\u00e3o do Comit\u00ea de Desenvolvimento Urbano (CDU) do dia 4, segunda-feira. 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